Sempre que Mestre Sérgio Oliveira vem do México.
Diminui um pouco meu quociente de ignorância.
Ora com a camisa de um clube asteca.
Ora com livros sobre futebol e história.
Desta vez, tive a honra de receber um livro de Jorge Castañeda.
Professor e pensador mexicano.
Catedrático da Universidade de Nova York.
O título em questão me recordou o querido Érico Veríssimo.
Érico que escreveu sobre suas experiências mexicanas.
Livro pelo qual me apaixonei no Rio de Janeiro em 1985.
Durante o Rock in Rio - acredite se quiser.
O segundo aspecto é o primeiro capítulo.
No qual o autor comprova a incapacidade mexicana para o trabalho em conjunto.
Fruto de um individualismo genéico.
Exemplificando que os mexicanos podem até triunfar em esportes individuais.
Mas são um fracasso nos esportes coletivos.
Exemplo maior na seleção mexicana de futebol...
Pois é.
O livro me foi dado de presente nas vésperas da final olímpica de Londres.
Quando dois gols de Peralta.
Fizeram peraltice com as teses de Castañeda.
O que comprova que o futebol derruba qualquer goleiro ou pensador.
Ou será que certo mesmo está a frase do Mestre Sérgio nas primeiras folhas do livro.
Palavras que escreveu ao me oferecer o presente:
'Entender os mexicanos não é nada fácil; mas ler Octavio Paz e Carlos Castañeda ajuda...'
Pois é.
Craque mesmo é o Mestre Sérgio!


Mestre, quero sua permissão para enviar para o seu e-mail uma matéria sobre Gojoba. Está doente, acometido de Alzheimer e começa a perder alguns sentidos. É uma pena. Diga se posso produzir a matéria e enviar.
ResponderExcluirClaro, Mestre! mande para rvieira1964@uol.com.br
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