18 de ago. de 2012




Mestre Roberto Sander dispensa comentários. Mas eles seguem assim mesmo. Craque das letras e jornalismo, tricolor de coração, carioca apaixonado pelo bom futebol, criador da Editora Maquinária juntamente com Paschoal Ambrósio, repórter do Globo, TV Globo e Sportv, autor de pérolas como o resgate histórico do Sulamericano de 1919 e dos anos 40 no cenário esportivo brasileiro.

No Natal de 2010, minha sábia esposa me presenteou com o livro 'Anos 40 - Viagem a Década sem Copa'. E lá fiquei eu viajando com o Sander nas páginas do livro.

Vamos entender um pouco do pensar deste menino que resolveu ouvir os conselhos da professora de redação...








1. Como surgiu o jornalismo na vida de Roberto Sander? 

Quando a minha professora de português leu uma redação que tinha escrito e me disse que eu tinha que ser jornalista por causa do meu senso crítico aguçado. Tinha uns 15 ou 16 anos. Levava jeito também para a arquitetura, mas acabei optando pelo jornalismo.

2. E o Fluminense? 

Nem sei. Foi uma escolha do coração. Não teve influência familiar. Meus pais não ligavam muito para futebol.

3. Qual sua escalação do melhor Fluminense de todos os tempos? 

Félix, Oliveira, Galhardo, Assis e Marco Antônio; Denilson e Didi (o branquinho dos anos 70), Cafuringa, Flávio, Samarone e Lula.

4. Quando se apaixonou pelo futebol? 

Quando era muito garoto. Jogava bola o dia inteiro. Até dentro de casa com meu pai.

5. Quando se apaixonou pelo jornalismo? 

Quando entrei para a faculdade em 1977.

6. Quando veio a idéia de escrever seu primeiro livro? 

Em 2003 quando um Mundial Sub-20 foi cancelado por causa da Guerra do Golfo. Me deu um estalo de que duas Copas não foram realizadas por causa da Segunda Guerra Mundial. Daí veio a ideia do livro "Anos 40 - viagem à década sem Copa".

7. Conte um pouco da sua experiencia na Maquinária Editora? 

Tem sido um redescoberta profissional. Confesso que estava um tanto quanto decepcionado e desgastado com o dia a dia das redações. Às vezes sinto falta dos amigos, do clima de camaradagens com alguns deles e sobretudo das belas jornalistas que conheci, rsrsrs. Mas trabalhar no Brasil com literatura e ter meu próprio negócio, não dependendo mais de emprego para viver é sensacional.

8. Qual seus conselho para um jovem jornalista? 

Leia, leia, leia. Isso vai fazer a diferença.

9. Qual seu conselho para os jovens escritores? 

Leia, escreva e, sobretudo, pesquise. E tenha perseverança.

10. Como está o presente e qual o futuro editorial do Brasil? 

Razoável. O brasileiro, na média, ainda lê muito pouco. O futuro só Deus sabe. rs






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