Correr nunca foi meu forte.
Futebol e natação, sim.
Mas nos últimos meses a corrida me ajudou na piscina.
E o futebol foi deixado de lado sob o risco de lesões.
Fiquei curioso sobre as tais corridas de rua.
Os duelos do homem com o asfalto urbano.
Como estava tranquilo nos 5000 metros.
Decidi experimentar esse mundo paralelo do atletismo.
Hoje foi minha primeira corrida.
No meio do formigueiro humano postado cedo no Marco Zero.
Uma floresta de pessoas com um único credo:
Correr.
Como era a primeira vez, tive medo de algo dar errado.
Esforçando-me para manter o ritmo das corridas na Jaqueira.
Olhos presos no relógio.
Mente fixada na estratégia de chegar inteiro aos 4000 metros.
E então dar um leve sprint até a chegada.
O tempo era secundário.
Mas manter a estratégia era sagrado.
Foi maravilhoso.
Descobrir o mundo das inúmeras corridas que povoam o Brasil.
Perceber como ainda é belo meu Recife nas primeiras horas do domingo.
Correr contra o vento que teimava em bater no rosto no Cais do Apolo.
Cruzar a linha de chegada em 00:37:10.
Um tempo bem lento.
Mas uma grande vitória para quem chegou aos 4.8.
Para quem anda meio enferrujado.
Também foi muito legal encontrar Mestre Sandro.
Companheiro de farda no Exército Brasileiro nos anos 90.
Companheiro de Hospital Geral do Exército.
Sandro que corre barbaridade desde a infancia.
Depois da corrida/
Dia dos pais.
Beijos naqueles em que penso enquanto corro.
Sempre...


Yane além de pernambucana é Alvirrubra. Parabéns!
ResponderExcluirNo Sub20 vencemos a primeira na Ilha, 0x2. Ventos sopram a nosso favor. Parabéns Timbuzinhos!
ResponderExcluirMestre, não consegui te identificar. Você é o de boné amarelo?
ResponderExcluirMestre, estou tirando a foto1
ResponderExcluirRoberto,
ResponderExcluirMuito legal. Corrida vicia... Olho nos tênis e muito cuidado com os joelhos. O resto é só curtir os efeitos da endorfina. Chico Avelar.
He, he, he, foi mal, Mestre.
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