17 de ago. de 2012




Não havia necessidade.

Os árbitros são honestos.

Mas o bom senso pedia.

Ricardo Marques Ribeiro e Marcos Vinícius.

Juízes que erraram contra o Náutico em Porto Alegre.

Não deveriam ser cogitados para Náutico x Bahia.

Vá entender...



Um comentário:

  1. Mestre:
    Estamos numa situação vergonhosa na Arbitragem se partirmos da premissa que, dentro de poucos meses estaremos sediando o maior campeonato de futebol do planeta: uma Copa do Mundo.
    Nossa atual Arbitragem, de uma forma geral, é péssima. Tecnicamente cheia de decisões diferentes, muitas vezes, para um único lance.
    Além da incapacidade técnica de quase todos os árbitros, o quesito "aquilo roxo" está 100% prejudicado. Os árbitros não demonstram mais possuir o primeiro item exigido: ser macho, ter coragem de decidir, independente do que aconteça.
    Dias, desses, vi um jogador aí da sua terra, Juninho Pernambucano, recentemente desembarcado da Europa e tido como equivocadamente polido, evoluído, literalmente "botar o dedo na cara de um Árbitro", simplesmente porque estava com a braçadeira de capitão. Ele, Juninho, nas andanças que tem nas costas e nos pés, ainda não sabe que, no futebol, capitão e merda (ops!) é a mesma coisa. Queria ver ele fazer aquilo com Sebastião Rufino, Manoel Amaro, Ayrton Vieira de Morais, Manoel Serapião, Louralber Monteiro, Clinamute Veira França.
    Acenam com o auxílio da tecnologia. Bobagem pura. A FIFA tem que exigir, unicamente, que o Árbitro seja "macho" e tenha coragem de decidir.
    Naquele famoso jogo da Copa dos Campeões da Europa, aquela bola entrou mais de meio metro para dentro do gol. O Árbitro não considerou, e sequer levou em consideração que, no pé do trave estava um dos seus auxiliares, colocado ao lado do gol. Por que aquele FDP não chamou o Árbitro para dizer que a bola ultrapassara?
    Esses árbitros pernambucanos, de hoje, são fracos tecnicamente. Além de praticarem uma decisão que deixa todos boquiabertos: nunca erram contra Flamengo ou Corínthians.
    Dia desses, na cobrança de uma falta para a área corintiana: o jogador cobrou a falta, o goleiro Cássio saltou para a bola junto com dois zagueiros seus (Chicão e André), caiu, e o árbitro marcou falta no goleiro. O atacante adversário mais próximo sequer tomou parte no lance. Lembrei agora: foi o Vuaden, que é gaúcho. Quer dizer: falta de quem, em quem?

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