3 de jul. de 2012






Adivinhem quem é o meia esquerda.

Cérebro do time?


'Pra quem não é do pedaço: time é o dos Caducos que a 2 de julho de 1963, em Bonito, venceu por 1x0 o da fábrica Maguary (não ainda o Maguary, que disputou o Pernambucano da Segunda Divisão anos depois; aqui, o time dos que trabalhavam na fábrica). Na fila de cima, em pé: João Cavalcanti de Melo, prefeito da cidade na época, o Joãozinho “Prefeito”, Ronaldo Lamour, Miro (quem não lembra de Miro, do Hospital? Sobro de Célio Portela), João de Nazinha, Gomes (o único que se profissionalizou como jogador, antes, goleiro do Leão XIII de Catende, sucessor do lendário Teobaldo, ex-Santa Cruz e Náutico), Paulo (pai de Edna do Hospital) e Airton (pai de Titinho); agachados: José de Inajá (ainda vivo, mais de 90 anos, descendente de índios), Hélio Guerra (pai de Hélio e Clélio), o locutor que vos fala, motivo de gozação do Mestre Roberto, e Nildo Porqueiro (um dos poucos remanescentes, ainda hoje marchante, nos domingo marcando presença nos bares ou em uma pelada, incrível, velocidade e chute; autor do gol solitário da vitória dos Caducos) . A grande maioria já se foi, deixando saudades'. 


                                    Lucídio José de Oliveira


4 comentários:

  1. O meia esquerda jogava muito. É Lucídio Oliveira. Meu pai.
    Obs.: Perdia menos gols que Souza

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  2. Menos, mestre, menos. Muito menos, nenhuma herança. Eu só sabia bater palmas para Zizinho. Magro, menos de 50 quilos, sem força muscular, peso-pluma, estava mais para jockei se me sobrasse coragem... Mas nem essa me acudia. Em campo, apenas um drible fácil se houvesse tempo e espaço. E o passe curto para o companheiro ao lado. Via o jogo de perto e a bola costuma passar pela meia-esquerda. Nada mais. É do jogo. Pra quem não é do pedaço: time é o dos Caducos que a 2 de julho de 1963, em Bonito, venceu por 1x0 o da fábrica Maguary (não ainda o Maguary, que disputou o Pernambucano da Segunda Divisão anos depois; aqui, o time dos que trabalhavam na fábrica). Na fila de cima, em pé: João Cavalcanti de Melo, prefeito da cidade na época, o Joãozinho “Prefeito”, Ronaldo Lamour, Miro (quem não lembra de Miro, do Hospital? Sobro de Célio Portela), João de Nazinha, Gomes (o único que se profissionalizou como jogador, antes, goleiro do Leão XIII de Catende, sucessor do lendário Teobaldo, ex-Santa Cruz e Náutico), Paulo (pai de Edna do Hospital) e Airton (pai de Titinho); agachados: José de Inajá (ainda vivo, mais de 90 anos, descendente de índios), Hélio Guerra (pai de Hélio e Clélio), o locutor que vos fala, motivo de gozação do Mestre Roberto, e Nildo Porqueiro (um dos poucos remanescentes, ainda hoje marchante, nos domingo marcando presença nos bares ou em uma pelada, incrível, velocidade e chute; autor do gol solitário da vitória dos Caducos) . A grande maioria já se foi, deixando saudades. Lucídio

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  3. Mestre Lucídio,cho que falta nomear um dos agachados.

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  4. Gente:

    Imperdoável esquecimento na hora de digitar! O compnheiro J. Pires chama a atenção: faltou o Mestre Biu no comentário sobre o time dos Caducos! É o bravo comandante do ataque do time. Sem ele não tinha poesia na hora do toque de bola. Mestre Biu era o maestro da banda musical Santa Cecília daquele tempo. Hoje, merecidamente, a banda desfila pelas ruas de Bonito em dia de festa, dirigida pelos filhos, com o nome de Banda do Mestre Biu. Sorry!

    Lucídio.

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Comentários