Tive na infância e adolescência quatro ídolos.
Não, não eram os Beatles.
Um destes quatro ídolos foi Charles Dickens.
O impacto de David Coperfield foi tremendo
- não estou falando do mágico.
A leitura de Conto de Natal, infinita.
Scrooge me perseguia nos quatro cantos da cidade.
Porque havia muito scrooge nesse mundo.
Uriah Heep era até nome de banda de rock.
Oliver Twist, a história dos meninos de rua.
Dickens foi o escritor dos oprimidos da Inglaterra Vitoriana.
O homem que ousou amar no final da vida.
Em 1997, pude rever Dickens na Esquina dos Poetas na Abadia de Westminster.
Fiz uma pequena oração.
Por Charles, por Oliver, Por David...

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