31 de mai. de 2012




Muitos imaginam os empresários pessoas sórdidas.

Atravessadores do futebol.

Mas...

Esquecem da miséria dos craques de outrora.

Dos contratos de gaveta.

Da esperteza dos cartolas.

Da amnésia do torcedor.

Longe de considerar o empresário um 'anjo'.

Demônio ele não é.

O futebol tem vida curta.

Melhor do jeito que está.

Ou não?


2 comentários:

  1. Roberto,

    Não existe maniqueísmo nesse assunto. Outrora os jogadores eram
    espoliados, muitos foram deuses e morreram na miséria. É preciso estabelecer as
    regras do jogo, mostrar os contratos, honrar a palavra e assinatura. Se no passado
    o craque pagava a conta, hoje os clubes sofrem com os desmandos e as
    desonestidades dos cartolas. As instituições pagam as contas, ou melhor, fingem
    que pagam. Como nossos governantes não tem coragem de cobrar a dívida e
    liquidar com o clube devedor, que é paixão de milhões de eleitores, o povo e o
    contribuinte assumem o ônus.

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  2. Mas quem deve se precaver é o empregador. Clube que não entende deveria ir a falência... aliás, só não vai porque o Estado protege as entidades fora do gramado. Vide R10 e Flamengo... quem vai pagar a conta são os contribuintes.

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Comentários