17 de jan. de 2009




Vitor Araujo é um gênio.

Pianista de raras virtudes.

Um talento que extrapola nossas fronteiras.

Um talento que superou os ataques iniciais do venerável Marlos Nobre.

Um talento de quem muito vai se ouvir e falar.

Pois o menino, desculpem chamar de menino, mas é menino mesmo.

Chega no Caldeirão do Huck.

Toca Chico Buarque com uma bateria de escola de samba.

E na hora de escolher a melhor passista no concurso do programa...

Escolhe a bela representante do Salgueiro.

Pois tem 'um sorriso que socializa a felicidade'.

E, pasmém!

"Porque o Salgueiro é vermelho e branco... como o meu time, o Náutico!"

Pois é.

Vitor Araujo é mais um dos Meninos dos Aflitos!

Batendo um bolão por esse país do futebol e da música.

No dia 17 de abril de 2007, em meio a celeuma com Marlos Nobre, tive uma carta publicada no JC.

Carta que transcrevo abaixo:

"Ouvindo o maestro Marlos Nobre discorrendo sobre o jovem pianista Vitor Araújo, lembrei de Chopin. Nos anos 60, um grupo vocal polonês, o Novi Singers, fez improvisações jazzísticas em composições de Chopin. Hoje em dia, o Andrzej Jagodzinski Trio segue nesta trilha e improvisos sobre o compositor polonês se tornaram comuns. Chopin era um grande improvisador e não creio que ficaria chateado com seus seguidores. Talvez, Marlos Nobre devesse compreender que é revigorante servir de estímulo aos mais jovens. De qualquer forma, boa sorte ao tocar Capiba, Vitor. Capiba não deixa de ser o nosso Chopin!"





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