
Os EUA são um Império.
O mundo acostumou-se com o Império, por diversas razões.
A melhor delas, a confiança nos preceitos da democracia e da liberdade.
A pior delas, os desenhos de Walt Disney.
Tolerou-se a vilania nas Filipinas e Porto Rico.
No Panamá e no Cone Sul.
Tudo em nome de preceitos muito caros à Thomas Jefferson e Abraham Lincoln.
Numa fantasia de uma noite de verão.
Como se a gente fosse a bela adormecida.
Entretanto, o homem não se cansa de dizer sandices.
Agora, o Presidente Bush defende métodos de tortura.
Isso extrapola os limites da democracia.
Extrapola os limites do direito.
A tortura não é aceitável sob nenhuma circinstância.
Nenhuma.
Podem consultar os papéis de Monticello.
Podem consultar a constituição americana.
Podem consultar qualquer mendigo civilizado.
O homem que tortura merece apenas a cadeia.
Sei que os tempos são difíceis.
A violência permeia a realidade urbana.
Mas como aceitar que a tortura é a solução para o 11 de setembro?
Quando tantas outras cidades foram submetidas a bombardeios e permaneceram contratuais.
Combatendo o terror com a lei e a liberdade.
O Presidente Bush representa o lado negro da América.
O lado bestial.
O Vietnã e o Napalm em cada americano.
Ele não é o sinônimo do povo que libertou-se do jugo britânico.
Ele é indigno do Mayflower.
George Bush, pai e filho, são apenas uma dupla fascista.
Uma dupla que abandona a história para entrar na amnésia coletiva.
Gastaram trilhões de dólares em guerras obsoletas.
Semearam o ódio fundamentalista.
Não souberam estender a mão.
Financiar a compreensão entre os povos.
São a ralé do pensamento humano fingindo-se de combatentes.
Não deveriam repousar a aposentadoria no Texas.
Guantánamo seria um lugar bem mais adequado.
Ou quem sabe, Abu Graib?
O mundo espera ansiosamente o dia 20 de janeiro.
Para enfim, desembushar...
0 comentários:
Postar um comentário
Comentários