
No dia 29 de novembro de 2001, falecia George Harrison.
Ele não era o Beatle mais conhecido.
Mas era o gente boa.
O cara que criava os solos mais belos nas horas incertas.
O irmão mais novo.
Em sua sabedoria, George ensinava que todas as coisas irão passar.
Como passam os dias e as noites.
Passam as infinitas tristezas.
Perecem as infinitas alegrias.
Da vida, não levamos nada, meus amigos.
Nem ouro, nem prata, nem vintém.
Não levamos nada, nem ninguém.
Levamos apenas a nós mesmos.
E deixamos as migalhas terrenas.
E o amor que dedicamos.
O nascer do sol não permanece por toda manhã.
Toda tempestade um dia chega ao fim.
Para o rico.
Para o pobre.
Para o alvirrubro.
Para o tricolor. Para o rubro negro.
Resta apenas a esperança.
Que alguém nos lembre com saudade.
Por um segundo que seja.
No infinito tempo do universo.
Quem tem violão, dedilhe uma música de George Harrison no dia de hoje.
Quem não souber tocar, bote no som do carro, da casa.
Quem não conhece?
Trate de conhecer!

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