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As manchetes do dia 14 de novembro de 1968 fazem pensar.
O poeta e revolucionário Carlos Mariguela é a bola da vez.
Assim como o poeta Ronaldo Cunha Lima.
Mariguela tem pouco tempo de vida.
Seu Manual do Guerrilheiro nada ensinava sobre a imortalidade.
Já Cunha Lima, sorria.
Seria eleito prefeito de Campina Grande.
Ambos se emaranharam na violência.
Mariguela, cresceu predestinado.
Mas Cunha Lima, esse ninguém suspeitava.
Poeta fecundo, altivo. Apaixonado.
Perdeu-se na militância da paixão...

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