13 de nov. de 2008



[IMAGEM]


As manchetes do dia 14 de novembro de 1968 fazem pensar.

O poeta e revolucionário Carlos Mariguela é a bola da vez.

Assim como o poeta Ronaldo Cunha Lima.

Mariguela tem pouco tempo de vida.

Seu Manual do Guerrilheiro nada ensinava sobre a imortalidade.

Já Cunha Lima, sorria.

Seria eleito prefeito de Campina Grande.

Ambos se emaranharam na violência.

Mariguela, cresceu predestinado.

Mas Cunha Lima, esse ninguém suspeitava.

Poeta fecundo, altivo. Apaixonado.

Perdeu-se na militância da paixão...



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