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Robertão, 1968.
A Portuguesa de Desportos chega ao Recife.
Portuguesa que tinha o time do futuro.
Apenas não sabia disso.
Senão, vejamos.
Na lateral direita o grande Zé Maria.
Futuro símbolo do Corinthians.
Na zaga, Marinho Peres. Futuro astro do Barcelona.
Futuro titular da seleção brasileira e do grande Internacional 1976.
No ataque, o demônio Ivair. O Príncipe.
De quebra, o espetacular Leivinha.
Leivinha que iria brilhar na Academia palmeirense.
Leivinha que iria destruir os iuguslavos na minicopa 72.
Leivinha do futuro Atlético de Madrid.
A Portuguesa ainda tinha a classe de Lorico. É pouco?
O Náutico entrava em campo com Gena, Fraga, Ladeira e Lala.
Mas já era um Náutico fragilizado.
Um Náutico jogando fora de casa na Ilha do Retiro.
um Náutico esmagado pela CBD...
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