22 de out. de 2008



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Robertão, 1968.

A Portuguesa de Desportos chega ao Recife.

Portuguesa que tinha o time do futuro.

Apenas não sabia disso.

Senão, vejamos.

Na lateral direita o grande Zé Maria.

Futuro símbolo do Corinthians.

Na zaga, Marinho Peres. Futuro astro do Barcelona.

Futuro titular da seleção brasileira e do grande Internacional 1976.

No ataque, o demônio Ivair. O Príncipe.

De quebra, o espetacular Leivinha.

Leivinha que iria brilhar na Academia palmeirense.

Leivinha que iria destruir os iuguslavos na minicopa 72.

Leivinha do futuro Atlético de Madrid.

A Portuguesa ainda tinha a classe de Lorico. É pouco?

O Náutico entrava em campo com Gena, Fraga, Ladeira e Lala.

Mas já era um Náutico fragilizado.

Um Náutico jogando fora de casa na Ilha do Retiro.

um Náutico esmagado pela CBD...



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