
Por essa eu não esperava.
Revirando o pó dos jornais, surge a figura esguia de um mineiro.
Um homem que morreu na véspera de realizar seu sonho.
Um homem que apareceu como estranha unanimidade nacional em uma época de transição.
Um político que foi manipulado no final de sua vida nas salas dos hospitais.
Eu não imaginava que essa figura carismática perdesse tempo com futebol.
Mas, o que a gente sabe do passado?
O passado é que sabe de nós.
E lá está o mineirissimo Tancredo Neves sendo cogitado para um cargo na antiga CBD.
Ainda bem que perdemos um cartola.
E ganhamos uma memória.
Ainda bem...
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