No futebol nada se inventa, tudo se copia.
Duvida?
Quer um exemplo?
Tá bom!
1969. O Náutico empata com o Santa Cruz em 1 x 1.
Gols de Mirobaldo e Nilsinho.
Mas o placar é o que menos importa.
O Santa Cruz mandava no campeonato. Fácil.
E o Timbu tinha que bolar um meio de neutralizar o rival.
O técnico Paulinho de Almeida havia lido sobre Beckembauer...
Por que não utilizar um jogador versátil, bom de bola, craque, na função?
Eureka!
Está nas manchetes, na escalação exótica para a época, nos jornais.
Paulinho chamou o genial Fraga de lado e lá foi Fraga ser líbero na vida com a número 6.
Os mais de 17 mil espectadores assistiram o Náutico jogar com a seguinte formação:
Válter; Fraga, Gena, Limeira, Fernando e Toinho; Didica e Nilsinho; Elói, Ramos e Lala.
O líbero ingressando na escalação oficial dos jornais.
O 1 - 4 - 2 - 3!
Inédito.
Com requintes de 5-3-2...
Méritos do treinador.
E méritos e classe do excepcional Fraga, falecido semana passada.
Porque líbero é posição de quem sabe tudo de bola. E mais um pouco.
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