30 de ago. de 2008



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Puskas. Um nome. Uma lembrança de craque imortal.

Puskas que comandou o Honved e a Hungria.

Puskas dos milhares de gols.

Puskas que ressuscitou no Real Madrid. Campeão europeu e mundial.

Puskas que veio ao Brasil em 1957 exibir seu gênio.

Pois o Náutico também teve seu Puskas. Um craque. Um gênio.

O Puskas alvirrubro se chamava José Alexandrino.

Pois é, Puskas foi o mais extraordinário cozinheiro do futebol pernambucano.

Adorado pelos jogadores. Hexacampeão.

Conta-se que certa vez, Puskas foi convidado a cozinhar para a grã-finagem da época.

Chegou encabulado, mas foi fazer o que sabia.

Final do jantar. Um ricaço rubro negro não resiste:

"Taí porque o Náutico ganha de todo mundo! Com um cozinheiro destes!"

Puskas tinha uma visão própria do mundo do futebol.

Duque e Cabelli eram os treinadores que entendiam do riscado. Organizados. Táticos.

E quem comia muito era juvenil. Comia por dois.

Time?

Só o Clube Náutico Capibaribe.

Com Puskas, o Náutico foi três estrelas no Guia Michelin.

Guia Michelin que tem a idade do Timbu...



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