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Puskas. Um nome. Uma lembrança de craque imortal.
Puskas que comandou o Honved e a Hungria.
Puskas dos milhares de gols.
Puskas que ressuscitou no Real Madrid. Campeão europeu e mundial.
Puskas que veio ao Brasil em 1957 exibir seu gênio.
Pois o Náutico também teve seu Puskas. Um craque. Um gênio.
O Puskas alvirrubro se chamava José Alexandrino.
Pois é, Puskas foi o mais extraordinário cozinheiro do futebol pernambucano.
Adorado pelos jogadores. Hexacampeão.
Conta-se que certa vez, Puskas foi convidado a cozinhar para a grã-finagem da época.
Chegou encabulado, mas foi fazer o que sabia.
Final do jantar. Um ricaço rubro negro não resiste:
"Taí porque o Náutico ganha de todo mundo! Com um cozinheiro destes!"
Puskas tinha uma visão própria do mundo do futebol.
Duque e Cabelli eram os treinadores que entendiam do riscado. Organizados. Táticos.
E quem comia muito era juvenil. Comia por dois.
Time?
Só o Clube Náutico Capibaribe.
Com Puskas, o Náutico foi três estrelas no Guia Michelin.
Guia Michelin que tem a idade do Timbu...
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