
O time do Náutico nos anos 60 ganhou um apelido: Os Intocáveis.
Série famosa na televisão da época.
Série que se tornou um filme famoso anos depois com Kevin Costner.
Hoje o time do Náutico merece a mesma alcunha.
Tem jogador que não joga nada e se julga intocável.
Se julga o próprio Eliot Ness.
Quando seu futebol lembra apenas a lenda de Lock Ness.
Que tal comparar, homem a homem as escalações de Náutico e Goiás?
Que tal comparar os nossos intocáveis?
Harlei e Eduardo se equivalem. Em méritos e morrinhos.
Vitor e Maurinho também.
Ernani e Paulo Henrique são melhores que Negretti e Everaldo.
Qualquer zaga no Brasil é, porque Negretti e Everaldo nunca jogam juntos.
Adriano então nem falar. Ia ser mandado embora semana passada.
João Paulo se equivale a Piauí. Mas Piauí ainda está na Batalha do Jenipapo.
Fernando e Ramalho, Ticão e Alceu. Seis por meia dúzia.
Paulo Bayer é superior a Ruy. Ambos laterais que foram em busca de outros horizontes.
Mas Ruy já jogou até no basquete do Náutico, menos em sua posição.
Júlio César é nosso velho conhecido. Ninguém gostava dele até o clássico contra o Sport.
Hoje virou meio campo. Paulo Santos joga tanto quanto Júlio A.C.
Ou seja, Antes do Clássico.
Romerito e William, nem vale a pena escrever sobre o abismo entre os jogadores.
Adriano é um gabiru noturno, mas a noite de Goiânia não tem praia.
Kuki é um símbolo. Como se Túlio ainda jogasse pelo Goiás.
Iarley e Felipe. Tudo igual.
Ou seja, o Goiás nome por nome tem mais bola quando se fala em Romerito.
Quando se fala em zaga.
Mas o Goiás tem uma coisa que o Náutico precisa contratar: Entrosamento.
E o Náutico tem uma coisa que o Goiás já substituiu: Intocáveis.
Falo isso por uma coisa bem simples.
Ninguém é insubstituível. Ninguém é intocável.
Só quem joga muita bola. E ninguém joga tanta bola assim no Brasil de hoje.
O time da gente não é tão ruim que leve um banho de bola no Serra Dourada.
Mas a nossa zaga não inspira confiança nem ao mais glaucomatoso dos alvirrubros.
E Romerito, a grande diferença em campo, é sinônimo de suor e neurônios.
Coisa que anda em falta no nosso meio campo ofensivo.
Porque se insiste com... vocês já sabem quem.
Então Roberto Fernandes, vamos lá!
Abaixo os Bugsies dos Aflitos!
Antes que o Náutico se torne uma nova Chicago.
Lei Seca pelo menos já tem...
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