Sob o comando de Antoninho, o Náutico rejuvenesceu.
E venceu o campeonato de 1965 com um pé nas costas.
Sempre na Ilha do Retiro. 2 x 0, gols de Bita e Nino.
A Taça do Brasil dificultou um pouco a trajetória.
O Náutico atuou em duas frentes.
Chegava no aeroporto e entrava em campo.
Entrava em campo e ganhava.
Ganhava e pegava um novo avião.
No meio do caminho, Nado chegava na seleção.
Um ano antes tinha sido Rinaldo.
4 x 0 no Santa Cruz.
5 x 3 de virada no Sport.
A fama do clube de Rosa e Silva ganhava o país em dois duelos memoráveis contra o Vasco da Gama.
Zezé Moreira se rendia ao ataque timbu.
Pra quem é alvirrubro, o Tri tem outro significado.
Bem longe do Estádio Asteca.
O Tri lembra 1952.
1965.
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