14 de jul. de 2008




Algum exército vence uma guerra sem comandante?

Desconheço.

O mesmo ocorre com um time de futebol.

A única exceção conhecida foi o Santos de Pelé.

Santos que teve apenas dois técnicos em cinquenta anos: Lula e Antoninho.

Mas com Pelé...

Nos anos 60, o Náutico trocava de técnico como môdelo troca de roupa.

Em 1964 o Náutico foi campeão de 1963. Alfredo Gonzalez decidiu permanecer no cargo.

Cargo que ocupou no dia 18 de fevereiro de 1962 e que deixou no dia 2 de setembro de 1964.

Foi substituído por Mituca.

Que desabou ao ser desclassificado pelo Ceará na Taça Brasil. Chegou Duque.

E o grande Duque durou... 9 jogos. Invicto. Campeão pernambucano de 1964.

Para a volta de Mituca.

Mituca passou alguns jogos e chegou Antoninho.

Antoninho que se tornou campeão pernambucano de 1965.

Então assume Dante Bianchi no Pentagonal dos Campeões do Norte.

Até o retorno de Davi Ferreira, o Duque. No dia 5 de junho de 1966.

Trinta e três jogos depois, campeão pernambucano de 1966, Duque vai embora. Chega Valter Miraglia.

Valter que perde sete amistosos seguidos. Sete. E cai.

Pra voltar Duque. No dia 2 de abril de 1967.

Duque que só sairia do Náutico em dezembro de 1968.

Leandro Altair Machado durou um jogo a mais que Valter Miraglia.

Fez uma campanha melhor.

Claro que é apenas um exercício da minha imaginação.

Mas seria mais uma helicoidal da história assistir a volta de Roberto Ferreira, digo Roberto Fernandes...



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