5 de jul. de 2008



Zezinho, Zeca, Pedro, Araponga e Zeluís.

O maior ataque da história do Campinense.

O ataque que eliminou o Bahia da Copa Norte 1962.

Com o Sr. Armando Marques de juiz.

O ataque que deu um calor no Sport na final da Copa Norte.

Pelas mãos do técnico Astrogildo Nery.

Jogando no saudoso estádio Plínio Lemos.

Quer dizer, saudoso pra torcida do Campinense.

O Campinense sempre foi aristocrático.

O clube da elite do algodão.

Algodão que fabricava fortunas no interior da Paraíba e Pernambuco.

Futebol sério só mesmo a partir de 1960.

Aliás, levou tão sério que se sagrou hexacampeão paraibano 1960/65.

Em outras palavras, camisa do Sport e títulos do Náutico.

Mas em 1962 o Campinense parou no empate em casa e na derrota na Ilha.

O Sport achou-se o bamba.

Campeão do Norte.

"Eu sou o tampa de Crush!"

E chamou o Náutico pra entregar as faixas.

Quanta inocência, meu Deus!

O Náutico já vivia o prelúdio do seu Hexa.

E sapecou uma derrota no leão que saiu jururu com a faixa na mão.

Um pouco antes o Santa Cruz havia atuado em Campina Grande.

Batendo o grande rival do Campinense, o Treze.

Com gol e bela atuação do popular atacante Campinense.

Campinense?

Pois é, contra veneno de cobra o antídoto é... veneno de cobra.

Contra Campinense?

Campinense!

PS: O artigo homenageia Martha e Paulo Aguiar. Tricolores que moram no meu coração alvirrubro.



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