1964 foi um ano inesquecível.
Para os políticos, uma agonizante democracia.
Democracia que ninguém queria. Nem a direita, nem a esquerda.
Mas 1964 foi o ano do Náutico. Náutico campeão em janeiro de 1964 do campeonato de 1963.
Náutico de China que ostensivamente provocava os rubro-negros.
E ganhava os jogos.
1964. O primeiro passo do Hexa.
Para os políticos, uma agonizante democracia.
Democracia que ninguém queria. Nem a direita, nem a esquerda.
Mas 1964 foi o ano do Náutico. Náutico campeão em janeiro de 1964 do campeonato de 1963.
Náutico de China que ostensivamente provocava os rubro-negros.
E ganhava os jogos.
1964. O primeiro passo do Hexa.
E logo em cima de quem?
Do arqui-rival Sport. Com direito a olé.
Com direito a replay. Com show de Rinaldo.
1964 não é um ano para principiantes.
O futebol pernambucano entrava em uma nova era. Anunciada por Ademir Menezes em 1942.
Do arqui-rival Sport. Com direito a olé.
Com direito a replay. Com show de Rinaldo.
1964 não é um ano para principiantes.
O futebol pernambucano entrava em uma nova era. Anunciada por Ademir Menezes em 1942.
Mas abortada pela Guerra, pelo Vasco que comprou Ademir, pela precariedade dos meios de comunicação.
O Náutico caminhava para se tornar um dos principais clubes do país.
O Náutico caminhava para se tornar um dos principais clubes do país.
Promovendo Heltons. Garimpando Wellingtons. Não vendendo Bitas.
Os Clássicos dos Clássicos de 1964 são emblemáticos.
O Náutico derrota o Sport sem dó nem piedade. Sem dúvidas.
O Sport, bicampeão pernambucano, se cala ante a Nova Ordem.
E fica calado durante longos doze anos.
Porque contra o talento. Não há argumento.
Os Clássicos dos Clássicos de 1964 são emblemáticos.
O Náutico derrota o Sport sem dó nem piedade. Sem dúvidas.
O Sport, bicampeão pernambucano, se cala ante a Nova Ordem.
E fica calado durante longos doze anos.
Porque contra o talento. Não há argumento.
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