Mostrando postagens com marcador ROBINHO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ROBINHO. Mostrar todas as postagens

3 de ago. de 2013





3 de agosto de 2010.

Twitter.

Pito.

Robinho.

Dorival.

Final da Copa Brasil.

O Santos se preparava para trilhar a estrada de Yokohama.


2 de ago. de 2013





Eles já se encontraram seis vezes.

O Barcelona ganhou quatro.

Barcelona que nunca teve o Rei do Futebol.

Mas teve três de seus súditos:

Cruyjff, Maradona e Messi.

O Santos dominou o mundo nos anos 60.

Mas a ganância de seus dirigentes.

E a incompetência generalizada do futebol brasileiro.

Mataram a galinha dos ovos de ouro.

Robinho e Neymar vieram depois.

Século XXI.

E mesmo assim o Santos se ajoelha aos catalães.

Se Pelé que era Pelé.

Mesmo marcando quatro gols no Barça não dava conta.

Que dirá dos meninos da Vila logo mais?

O massacre pode ser pior que aquele outro.

O Massacre de Yokoama...

21 de jul. de 2013





21 de julho de 2005.

O Real Madrid manda 30 milhões de dólares

Robinho abriu mão dos seus 40%.

O Santos e a CBF disseram não.

Pra sair?

Multa de 50 milhões de dólares ou nada feito.

Robinho era gênio.

Futuro do futebol.

Bicampeão brasileiro

Promessa de gênio na Copa da Alemanha.

Pois é.

Tudo que andam falando do Neymar...

13 de mar. de 2013






Por ROBERTO VIEIRA

Observando os destinos de Lionel e Robson na partida entre Barcelona e Milan, uma certa melancolia vem ao coração... o que poderia ser que não foi.  

O menino pedala e pedala e pedala.
Pênalti.
O menino campeão.
O menino que podia ser rei.
Poderia.
Tempo que passa.
Bicicletas não há mais.
Apenas gestos histriônicos.
Sorriso e trejeitos adolescentes.
O diminutivo famoso nas reservas da vida.
Campeão no branco da Vila.
Campeão da América.
Aceitou virar coadjuvante de outras pedaladas.
Vê-lo perdido em pleno Nou Camp.
Correndo de lá pra cá, obsoleto.
Uma, duas, três vezes.
É um exercício do que foi o futebol brasileiro nos últimos dez anos.
Um futebol de sonhos transformando-se em banal realidade.
A preferência pela piada ao invés de um gol.
Tudo o que poderia ser.
E não foi...


14 de nov. de 2012






Eliminatórias da Copa 2010.

Estréia.

Robinho era o Neymar da seleção.

O resultado.

Um pífio 0x0 pra boi dormir...

2 de set. de 2008





Por ROBERTO VIEIRA


Prezado Juca,

Somos de um tempo diferente. Épocas diversas.

Você é uma maravilha na palavra escrita, eu era com uma bola nos pés. Pelo menos é o que diziam os torcedores e os cronistas de um tempo em preto e branco.

Pois meu caro Juca, eu fui craque. Com direito a manchetes, tapinhas nas costas, mulheres e títulos.

Eu fui bedel e era também juiz, como dizia aquele compositor que me colocou no time de botão. O Francisco.

A bola me tratava como filha obediente, amada. Onde eu ia ele vinha atrás.

No Rio de Janeiro ou na Espanha. Espanha onde fui endeusado e depois enjaulado e exposto em gaiola dourada para visitação e escárnio público.

Um negro perdido nos tempos da falange e dos republicanos em gestação.

Um negro namorando uma catalã? Pecado mortal.

Mas um pecado desculpável enquanto eu fizesse o Barcelona vencedor.

Mas eu era craque, mas não era o Rei. Eu era apenas um moleque de Codó no Maranhão, tinha apenas um coração, e não três.

Um pobre perdido nas ramblas do planeta.

Portanto, meu caro Juca, sou suspeito pra comentar os atos do Robinho.

Entendo que a vida é feita de direitos e deveres. A irmã Catarina me ensinou isso aqui no sanatório.

Mas sempre que a febre me chega, sempre que a lembrança dos improprérios em São Januário, na Catalunha ou na Gávea me visitam.

Sempre que essa sensação de impotência frente a vida que se esvai me oprime em um soluço de sangue.

Eu não posso deixar de sentir uma suave vingança no adeus de Robinho aos dirigentes madrilenhos.

Prezado Juca, perdôe esse sentimento em um velho jogador preso a uma cama na distante Minas Gerais.

Desculpe irmã Catarina, que tanto se preocupa com minha alma de boleiro.

Mas toda noite eu fico me repetindo depois que apagam as velas e os candeeiros. Quando a morte me espreita as lembranças:

Valeu, Robinho!

Um grande abraço,

Fausto dos Santos


27 de ago. de 2008





A contratação do medalhista olímpico Usain Bolt pelo clube madrilenho para a vaga deixada por Robinho foi um golpe de mestre publicitário.

Milhões de camisas foram vendidas com o número 2163.

Até o técnico Schuster se rendeu a simpatia do jamaicano. Bolt que se auto proclamou fã de Raúl e Nistelrooy.

No primeiro clássico contra o Barcelona os ingressos se esgotam.

Como se Jesse Owens vestisse a camisa da Juventus de Turim.

Aos 5’ do primeiro tempo Casillas defende o escanteio e devolve o balão para Cannavaro. O zagueiro toca de lado para Pepe que descobre Robben desmarcado.

O lançamento sai logo, rápido, preciso.

Antes que a defesa do Barcelona tenha tempo de pensar, o recém contratado atacante do Real Madrid parte de sua intermediária e chega livre, na cara do gol.

Em uma fração de segundos.

Flash.

A torcida delira. O novo Gento é mais rápido que a luz. Mais rápido que o pensamento.

Só tem um problema: Ele também é mais rápido que a bola.

Bola que ficou lá atrás, desolada, solitária.

Envergonhada.

Lenta. Frígida.

Limpia y blanca, como a camisa do Real Madrid.

Bola que também tem seus caprichos de mulher.

Bola que prefere o carinho pleno de um Mané, um Julinho, um Canário, um Matthews.

A dar uma rapidinha com Usain Bolt.