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15 de ago. de 2013





Jovem.

Talentoso.

E sempre em boas companhias!

Feliz aniversário, Mestre Mateus Schuler!!!!

1 de jun. de 2013





Já contava o Mestre Lenivaldo Aragão.

12 de fev. de 2013





Retomando tema que domina.

Matéria sua na Placar de 1979.

Mestre Lenivaldo dá show de bola.

Basta visitar o endereço:

http://www.nopedaconversa.com.br/web/npdc/exibirartigo?companyId=communis.com.br&articleId=10533

28 de nov. de 2012




Amigos, 

Aí está, em anexo, o glorioso Ypiranga (Sociedade Esportiva Ypiranga Futebol Clube), 

nos seus primórdios: 

Dorotéia Balbino (madrinha do time), Geraldo Bernardino, Mário Limeira Alves, Zé Paulo, Miguel Jerônimo, Pedro Paulo, João Preto, o grande goleiro ZÉ FUMINHO (a diferença são as joelheiras, pois o uniforme é igual), Otávio Limeira Alves, Zé Pequeno, George, Macaco, Zé Dantas, Florzinho, Artur Massa Bruta e Inácio Abílio Aragão, que vem a ser o sogro do mano Paulo Moraes, também Aragão. 

Vale salientar que a Máquina veio ao mundo em 1938 (3 de julho), estando, portanto, com 75 anos.






NOTA DO BLOG - ao indagar ao Mestre lenivaldo qual a seleção de todos os tempos do notável Ypiranga, ele foi sucinto... o goleiro é o Zé Fuminho!





Não sabia e não esperava.

Mas foi uma honra inesperada e bela.

Estar na Galeria de Honra da FPF.

Ao lado de gigantes como Mestres Lucídio e Carlos Celso Cordeiro.

Na companhia de Mestres Lenivaldo Aragão, Edgar Mattos, Fernando Menezes.

Haroldo Praça, Givanildo Alves e Hélio Pinto, in memoriam.

Me deixou num estado assim de felicidade.

Muito próxima de um gol nas redes da vida.

Porém, gostaria de registrar eternamente.

Que sem o carinho e a luz de Mestre Lucídio, Carlos Celso e Edgar Mattos.

Sem a acolhida de todos que fazem este Blog.

Esse instante seria impossível.

- Mestre Edgar que foi embora antes das fotos.

A todos, meu muito e sincero obrigado!

Eu me contentaria em ser mascote desse time...




2 de jan. de 2009




Na coluna de hoje, Adonias de Moura é ousado.

Em letras garrafais escreve sobre o Náutico:

A categoria de um campeão nato!

Mas lembra que o Sport passou como quis pelo América.

Lenivaldo Aragão concorda.

Clássico não tem favorito.

O Recife vai parar por noventa minutos.

Na Jaqueira.

E na Malaquias.

Porém, ambos fazem um alerta!

Betão e Robertinho devem fazer a festa nas subidas de Marinho.


2 de dez. de 2008




No resto do Brasil, o futebol é samba.

Em Pernambuco, o futebol é frevo.

Frevo que desce as ladeiras da Sé e se derrama na prima mauricéia.

Pernambuco sem frevo é Viena sem valsa.

Paris sem o Sena.

Apaixonado sem a lua.

Há 30 anos, uma seleção do frevo alinhou na Ilha do Retiro.

Solene.

Maestros do ritmo e das pausas.

Dos acordes e colcheias centenárias.

Tudo em reportagem do grande Lenivaldo Aragão:

Três dias de frevo e futebol.

Você saberia dizer quem são os mestres do frevo na foto?

Pra inspirar você, uma foto do mestre dos mestres abaixo.

O imortal Capiba... À rigor.


[imagem]


12 de out. de 2008





POR LUCÍDIO DE OLIVEIRA

No dia do jogo Náutico x Flamengo, circulou entre os torcedores alvirrubros o nº 50 de o JorNau. Festa na arquibancada. Há mais de dois anos, o torcedor alvirrubro convive com o simpático tablóide, editado pelo decano de nossa imprensa esportiva o jornalita Lenivaldo Aragão, alvirrubro assumido. Além da valiosa cota de informações – com tabela de classificação, artilheiros, jogos já disputados pelo Náutico na competição e seus respectivos resultados, e os que faltam para completar a disputa, acompanhados de local, datas e horários precisos – o JorNau tem ainda o seu lado "torcida beleza pura", vibrante, estimulador, participando e fazendo crescer o clima e o astral da galera alvirrubra diante do desafio do time logo mais, no jogo a ser disputado pelo Timbu dentro de poucos instantes ali mesmo no gramado dos Aflitos.

Cincoenta números já foram editados, o que não deixa de ser uma invejável marca, todos com absoluto sucesso. O primeiro número apareceu no dia 25 de agosto de 2006. Jogo Náutico x Santo André pela 19ª rodada da Série B daquele ano. Estampava a manchete "Hexa é um luxo só". O Náutico acabou vencendo o jogo por 2x0. O título queria dizer que somente o Náutico em Pernambuco "dá-se ao luxo de ser hexa", segundo explicação do próprio Lenivaldo. A torcida adorou. O resultado do jogo e a manchete.

Algumas outras manchetes recolhidas de números publicados nesses dois anos revelam o perfil alto astral de o JorNau. Um tesouro para os colecionadores e um eficaz roteiro para historiadores do futuro. Vamos passar a limpo a seguir, reproduzindo o que foi dito na primeira página do jornalzinho timbu nesses dois anos de vida.

24/10/2006 "A hora da virada chegou!" – Série B de 2006, 32ª rodada, Náutico 2x1 Marília. O jogo marcava a estréia de Hélio dos Anjos no comando técnico, depois da queda do imprevisível Paulos Campos, fruto da derrota por 2x0 diante do rival Sport no jogo anterior. Hélio, 15 pontos em sete jogos, quatro vitórias, três empates, nenhuma derrota, levaria o Náutico vitoriosamente à Série A.

7/11/2006 "Torcida timbu faz a diferença" – Náutico 1x0 Gama. A foto da capa é do jogo anterior, a vibração da torcida e as alvirrubras bandeiras no decorrer da goleada em cima do São Raimundo, de Manaus, placar de 5x1, três dias antes.

18/11/2006 "Vamos subir, Náuticôôô! – Náutico 2x0 Ituano, o jogo histórico que garantiria o retorno do Náutico à Série A. Jogo inesquecível. Gols de Luiz Carlos Capixaba e Felipe. Ninguém pode esquecer.

Na jornada de 2007, ano do acesso:

21/10/2007 "Essa dupla é show de bola" – na capa, a foto da dupla Acosta e Geraldo, os artilheiros alvirrubros na temporada. A torcida timbu vivia um momento de graça com os gols de Acosta e Geraldo.

10/11/2007 "Vamos vencer, Náutico!" – domingo 10 de novembro, no gramado Náutico 4x0 América-RN, gols de Júlio César (2), Ferreira e Sidny.

E, por fim, as manchetes da atual temporada, a de 2008:

9/03/2008 "Sempre ídolo!" – o número 33 prestava justa homenagem a Kuki, no exato dia do jogo contra o Central, Hexagonal decisivo do 2º turno do Pernambucano. Kuki, no seu oitavo ano nos Aflitos, em sua rotineira caminhada de artilheiro a bater recordes.

10/05/2008 "Na onda vermelha e branca" – estréia do Náutico no Brasileirão 2008. Jogo contra o Goiás. O Náutico seria o vencedor por 2x1, iniciando com o pé direito, e o esquerdo de Geraldo, a atual jornada no Brasileirão. Geraldo com sua caprichada cabeleira e a canhota famosa seria o autor dos dois gols alvirrubros.

22/06/2008 "Bota o Galo na Fogueira" – a época é a junina, tempo de fogueira e milho assado. E o galo acabou tomando o lugar do milho na fogueira dos Aflitos: Náutico 2x1. Gols de Warlei e Welington. O grandalhão Welington já tinha merecido uma foto de capa no JorNau. Um gol de bicicleta em jogo do Pernambucano. No atual Brasileirão, no empate em 1x1 pela 6ª rodada, contra o Vasco, o gol do Náutico tinha sido de sua autoria. Mais uma bicicleta, também sensacional.

20/07/2008 "40 anos de Hexa. Comemore esse título!" – jogo é contra o Coritiba. Um resultado frustrante: derrota por 2x1. Durante toda a semana, comemorações pela passagem do 40ª aniversário do Hexa. Relançamento de "O Náutico, a bola e as lembranças", e no dia mesmo do jogo, feijoada no clube com presença dos ídolos e heróis do passado.

Assim tem sido a trajetória vitoriosa de o JorNau. Uma simpática publicação que veio para lutar ao lado da torcida na construção da história do Náutico, hoje definitivamente incorporado á caminhada gloriosa do clube.


22 de jul. de 2008





Ontem, os Aflitos era uma casa alvirrubra com certeza.

A reedição atualizada do livro 'Náutico - A bola e as lembranças' reuniu ídolos do passado e torcedores do presente.

O grande Djalma, remanescente de 1939. Goleiro e símbolo de amor pelo Náutico.

Jogador amador que recusou uma pequena fortuna para se transferir para os rivais.

Um símbolo do tempo em que a paixão falava mais alto que o cifrão.

O grande Caiçara. Zagueiro e sinônimo.

Caiçara que em sua presença recordava Manuelzinho e Lula.

Lá estava Ramos. Ramos do 'Domingo de Ramos' há 40 anos.

Lá estavam Salomão, Ivan, Fernando José e tantos outros.

Lá estava o mestre Abelardo da Hora.

Lá estava Claudionor Germano.

Lá estavam Carlos Celso Cordeiro, Adethson Leite, Lenivaldo Aragão e Vandal Dionísio.

Tantos eram eles que o tempo parou para ver, ouvir e dar passagem...


5 de jul. de 2008



Ontem cheguei atrasado no almoço do Dom Pedro.

Lá estavam os lendários Lenivaldo Aragão e Lucídio Oliveira.

A sexta-feira já está se tornando uma espécie de tradição.

Sentado e conversando, olhos postos no Arquivo Público.

Uma outra imagem me fascinou.

A extraordinária capa do JorNau do dia 22 de junho de 2008.

Com a foto espetacular de Rodrigo Lôbo do JC.

Elogiar Lenivaldo como jornalista é chover no molhado.

Como elogiar a bicicleta ancestral de Wellington.

Ou a qualidade do trabalho de Rodrigo.

A beleza de um lance, de um momento.

Que nos remete imediatamente ao Diamante Negro.

Leônidas.

Leônidas e seu dramático encontro com os poloneses em Estrasburgo.


Há 70 anos.

Debaixo de uma tempestade do antigo testamento.

Leônidas, Wellington, Lenivaldo, Lôbo.

Alguém dizia de Leônidas: "Esse só não faz chover!"

Inverdade.

Como provou a bicicleta de Wellinton.

Muitas vezes, o artilheiro e o artista da letra e da imagem também provocam dilúvios...