A charge que o Juca colocou para o texto.
Sobre o novo Papa e a Ilha do Silencio.
Entra na memória afetiva deste blogueiro....
Antológico...
O Globo Esporte, o UOL e a Rede Globo estão errados.
Este Blog também.
Juca Kfouri está coberto de razão.
O Náutico está na zona de rebaixamento.
Pelos critérios de desempate.
Confronto direto só vale depois de dois jogos.
180 minutos.
Vide o regulamento abaixo.
As seguidas expulsões alvirrubras os carregam para o fundo do poço.
Dentro e fora do campo...
(Sem falar naquela expulsão injusta do Wagner no Mineirão)
Art.13 - Em caso de empate em pontos ganhos entre dois oumais clubes ao final da competição, o desempate, para efeito de classificação, será efetuado observando-se os critérios abaixo:
Parágrafo 1° - Para efeito do quarto critério (confronto direto entre dois clubes) considera-se o resultado dos jogos de ida e volta somados, ou seja o resultado do" jogo de 180 minutos".
Parágrafo 2° - Permanecendo o empate no "jogo de 180 minutos" dos confrontos diretos, conforme mencionado no parágrafo 1º, o desempate dar-se-á pelo maior número de gols assinalados no campo do adversário.
Parágrafo 3° - Na aplicação do critério de confronto direto no cado do desempate entre mais de dois clubes, o conjunto dos resultados dos jogos entre esses clubes será aplicado a sequência dos critérios de 1º a 7º do caput desse artigo.
Parágrafo 4° - Específicamente nos casos em que houver empate entre dois clubes nas situações de definição do título de campeão e/ou de definição do decesso, em lugar do 7° critério do caput deste artigo (sorteio), o desempate ocorrerá através da realização de um jogo extra entre os dois clubes, em campo neutro, a ser indicado pela Diretoria de Competições da CBF, e a ser disputado em até sete dias após a 38ª rodada do Campeonato; havendo empate nesse jogo, a decisão ocorrerá através da disputa de penaltis, observados os critérios adotados pela International Board.
Art.14 - Os quatro últimos clubes classificados ao final da competição descenderão para a Série B em 2010 e os quatro primeiros clubes classificados na Série B em 2009 ascenderão à Série A em 2010.
DO BLOG DO JUCA KFOURI
Quase 2800 palpites e 67,72% apontam o Vasco como um dos rebaixados.
O Furacão vem a seguir, com 13,04%.
Estariam salvos o Náutico, com 9,76%, e o Figueirense, com 9,48%.

As práticas nazistas continuam em nossa sociedade.
Porque é sempre mais fácil calar quem escreve.
Ao amigo Paulinho a minha solidariedade.
E continue lúcido. Como sempre.
Por JUCA KFOURI
Dois investigadores da 78a. DP de São Paulo, invadiram ontem, por volta das 16h, o prédio onde mora Paulo Cezar de Andrade Prado, que faz o "Blog do Paulinho".
A Polícia Civil de São Paulo, como se sabe, está em greve, mas parece que a pior parte dela não aderiu.
Os dois ameaçaram o porteiro e o zelador do prédio e esmurarram a porta do apartamento de Paulinho, sob o pretexto de entregar uma intimação para que o blogueiro comparecesse à delegacia do Jardim Paulista para fazer "esclarecimentos".
Esclarecimentos sobre qual assunto a intimação não dizia como, também, não era assinada pelo delegado.
Precavido, Paulinho tratou de chamar a PM.
Assim que a sirene do carro da PM foi ouvida, os investigadores, que estavam acompanhados de mais um homem, saíram apressados do edifício.
Está claro que houve uma típica ação de intimidação, coisa de bandidos, de bicheiros, de gente que se sente incomodada com o que o blog publica e que em vez de recorrer aos instrumentos que a Justiça oferece prefere optar por práticas covardes.
Por JUCA KFOURI
Liga Fernando Mello, assessor de imprensa do Clube dos 13.
Fábio Koff explica que não tem nenhum encontro marcado com Ricardo Teixeira para entregar coisa alguma em relação à taça de bolinhas, o que desmente a primeira nota do blog de Gilmar Ferreira, aqui reproduzido.
Koff diz que o documento que existe reconhecendo o título de 1987 como do Flamengo data de 1992, quando o Flamengo foi pentacampeão, e que, de fato, tem a assinatura do Sport, o que confirma o que Gilmar Ferreira publicou.
E Koff desmente que tenha falado com PVC.
Aliás, disse a Mello que "jamais" falou com PVC.
Consultado, PVC, foi definitivo: "Falei com ele da Venezuela. Só se ele não entendeu que era eu."
ATUALIZAÇÃO (17h): Mello acaba de ligar de novo.
Koff, era óbvio, de fato falou com PVC e admite que falou.
Apenas não sabia que Paulo Vinicius era PVC...
E Mello corrige a data do documento que reconhece o título do Flamengo de 1987.
É de 1997 e não de 1992, ano do penta.
E tem a assinatura do Sport.
[IMAGEM]
Por ROBERTO VIEIRA
Sexta-feira, 26 de setembro de 2008.
Rua das Palmeiras, bairro de Santa Cecília
Estúdio da CBN.
Na véspera do primeiro aniversário do Blog, lá estava eu no programa do Juca Kfouri.
Longe de Recife e do Clube Náutico Capibaribe.
Náutico que tem uma batalha pela frente. Uma batalha de vida ou vida.
Antes do programa eu fiquei conversando com o simplesmente genial Paulo Massini.
Palmeirense, que se há de fazer?
Filho de doceiro.
Crente que o time vai ganhar nos Aflitos.
Mas é o homem que faz a pauta do programa do Juca.
E o faz de forma tão simples que a gente pensa que é fácil.
Paulo que estava preocupado com um discurso que fará no casamento do amigo Júlio.
Paulo que imaginava um discurso falando de carvalhos e do amor.
Até que Juca disse que falar de carvalhos é um tédio. Melhor falar do que vai no coração e pronto!
Pois o programa que eu assisti foi exatamente assim. Um programa feito muito mais com a paixão. Um programa em um ritmo alucinante. Uma lição para mim. Mais uma nesse mundo do jornalismo e do futebol.
Perguntado em off sobre o resultado de Náutico x Palmeiras, fui lacônico.
O Náutico ganha.
Improvável?
Tive de responder que improvável é um alvirrubro pernambucano distante do meio jornalístico estar discutindo sobre futebol com um jornalista corintiano e outro palmeirense na CBN
Numa rua chamada Palmeiras.
Rua que cruza com outra rua chamada Rosa e Silva. Não é brincadeira, não!
Domingo, assisto a partida aqui bem longe. Pela TV. Esperando a vitória do Timbu.
Esperando pra poder dizer na segunda-feira aqui em Sampa:
“Eu não disse!”

Por ROBERTO VIEIRA
Prezado Juca,
Somos de um tempo diferente. Épocas diversas.
Você é uma maravilha na palavra escrita, eu era com uma bola nos pés. Pelo menos é o que diziam os torcedores e os cronistas de um tempo em preto e branco.
Pois meu caro Juca, eu fui craque. Com direito a manchetes, tapinhas nas costas, mulheres e títulos.
Eu fui bedel e era também juiz, como dizia aquele compositor que me colocou no time de botão. O Francisco.
A bola me tratava como filha obediente, amada. Onde eu ia ele vinha atrás.
No Rio de Janeiro ou na Espanha. Espanha onde fui endeusado e depois enjaulado e exposto em gaiola dourada para visitação e escárnio público.
Um negro perdido nos tempos da falange e dos republicanos em gestação.
Um negro namorando uma catalã? Pecado mortal.
Mas um pecado desculpável enquanto eu fizesse o Barcelona vencedor.
Mas eu era craque, mas não era o Rei. Eu era apenas um moleque de Codó no Maranhão, tinha apenas um coração, e não três.
Um pobre perdido nas ramblas do planeta.
Portanto, meu caro Juca, sou suspeito pra comentar os atos do Robinho.
Entendo que a vida é feita de direitos e deveres. A irmã Catarina me ensinou isso aqui no sanatório.
Mas sempre que a febre me chega, sempre que a lembrança dos improprérios em São Januário, na Catalunha ou na Gávea me visitam.
Sempre que essa sensação de impotência frente a vida que se esvai me oprime em um soluço de sangue.
Eu não posso deixar de sentir uma suave vingança no adeus de Robinho aos dirigentes madrilenhos.
Prezado Juca, perdôe esse sentimento em um velho jogador preso a uma cama na distante Minas Gerais.
Desculpe irmã Catarina, que tanto se preocupa com minha alma de boleiro.
Mas toda noite eu fico me repetindo depois que apagam as velas e os candeeiros. Quando a morte me espreita as lembranças:
Valeu, Robinho!
Um grande abraço,
Fausto dos Santos

Por JUCA KFOURI
Será muito interessante observar o que acontecerá na TV no novo ciclo olímpico, daqui até Londres 2012.
O JORNALISTA Armando Nogueira gosta de contar que, quando dirigia o "Jornal Nacional", da Rede Globo de Televisão, recebeu uma noite a visita de um amigo nem bem a edição daquele dia tinha acabado. E o amigo foi definitivo: "Nossa, como o doutor Roberto meteu a mão no jornal hoje, hein Armando?".
Desnecessário dizer que o "doutor Roberto", no caso, era uma referência a Roberto Marinho.
Pois naquele dia, o dia inteiro, o dono da Globo nem sequer telefonado tinha para a emissora, pois estava em visita a alguns haras, se não me engano em Teresópolis, para escolher cavalos de raça, uma de suas paixões.
Armando Nogueira sempre conta o caso quando quer mostrar que há jornalistas mais realistas do que o rei, gente que gosta de interpretar a cabeça do dono e o faz pagar pelo que, às vezes, não fez.
Assim tem sido, parece, a postura editorial da TV Globo em relação ao esporte nacional, seja o futebol comandado pela CBF, seja em relação ao COB. Cobertura crítica nem pensar, muito embora tanto o jornal "O Globo" quanto as rádios CBN e Globo tenham posição oposta, muito mais crítica, ou melhor, muito mais verdadeira, por factual.
Por que, se normalmente é o jornal quem orienta a posição editorial, não sei, mas, ainda, imagino.
O interesses comerciais, as compras de direitos de transmissão acabam por influenciar os profissionais da Globo Esporte a tal ponto que os cartolas passam a ser tratados como sócios, não como vendedores, e acima das críticas. Agora começa a especulação em torno de que a Globo deixará de cobrir esportes olímpicos, já que perdeu para a Record os direitos da Olimpíada de Londres.
Quem sabe, se for verdade, passe a adotar uma postura mais realista em relação ao COB -que passo a chamar de COBRE, porque só sabe cobrar mais dinheiro público e não quer ser avaliado- e ao seu também eterno presidente.
Porque não será surpresa se o cartola virar bispo e se aproximar da IURD. Igreja que é até capaz, com o dinheiro do dízimo, de passar a investir em esportes que possam render medalhas, como o halterofilismo, lutas etc., para atender também ao ministro do Esporte, Orlando Silva Jr., o enganador das multidões.
Sim, ele agora defende que o Brasil invista em esportes que rendam medalhas em vez de se preocupar com a massificação do esporte no país. Se Ricardo Teixeira tem sido fiel aos interesses da Globo Esporte, tudo indica que Carlos Nuzman não foi, a ponto de seus executivos terem sido surpreendidos com a venda dos direitos pelo COI à Rede Record, cujo dinheiro não tem custo nem esforço, vem basicamente da exploração da fé e da ignorância alheias.
Seja como for, será interessante observar o que vem por aí.
Mais pelos mais realistas do que pelos reis.
Kirrata
Foi Fernando Victorino, da ESPN Brasil, e não Vinícius Nicoletti como escrevi, quem propôs um Ninho de Rato para o Rio, inspirado pelo Ninho de Pássaro, de Pequim, para que nossos cartolas se sintam à vontade.
Por JUCA KFOURI
A Libertadores cobrou seu preço de São Paulo e de Fluminense na segunda rodada do Brasileirão.
Os tricolores paulistas, com seus reservas até no gol, foram mal no primeiro tempo, na Arena da Baixada, e levaram um gol do Atlético Paranaense, aos 14, de Danilo, de cabeça, depois de escanteio.
No segundo o tempo o São Paulo foi melhor, mandou bola na trave, pressionou, e acabou empatando, aos 35, com Éder Luís, recebendo da linha de fundo de Júnior.
Foi justo, apesar da patética arbitragem, mais desatenta que a própria desatenção.
Já o tricolor carioca, perdeu pênalti com Carlinhos no começo do segundo tempo, teve em Fernando Henrique, seu único títular no jogo, autor de três grandes defesas e de um frango, aos 26 do segundo tempo, em cabeçada do espigado Wellington, no Maracanã e perdeu, também, o jogo.
Até porque o Timbu, neste momento líder do campeonato, ainda fez mais um, nos acréscimos com Warley.
O Flu foi o único derrotado da tarde do domingo.
Porque em jogos que vi apenas de relance, de tão chochos, Grêmio e Flamengo ficaram no 0 a 0 no Olímpico e Goiás e Galo no 1 a 1, gols no segundo tempo, de Paulo Baier e Vanderlei.
Faz mais de um mês que o Atlético não ganha do ninguém e o Grêmio reclama de um pênalti que, no máximo, foi obstrução, ou seja, falta em dois lances.
Mas o tricolor gaúcho mereceu, ao menos, uma vitória pela contagem mínima, coisa que o goleiro Bruno, que quase não jogou, evitou com muita competência, além de sorte, pois viu a trave salvá-lo duas vezes.