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15 de abr. de 2013





O gol do Sport deveria ser a razão de ser.

Mas o ataque dos vândalos da torcida coral.

Ao carro e fotógrafo do JC.

Deixam o futebol em segundo plano.

Até quando?

14 de abr. de 2013





Olé!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!







Por ROBERTO VIEIRA             


Futebol é bicho treloso.

Aceita os bailes do Santos.

As valsas do Wunderteam.

O samba de Telê.

Mas pune as touradas de Madri.

Duvida?

Vejam só.

O Santa Cruz.

Franciscano, quieto, inteligente.

Fez gato e sapato do Sport em determinado instante do Clássico.

Então.

Um idiota das big bands.

Gritou 'Olé!'

Logo o estádio se entusiasmou.

Somos os bambas.

Os tampas de crush.

E o Santa Cruz foi fazer o que nunca vi fazer.

Nem nos tempos de Givanildo, Nunes, Fumanchu, Joãozinho e Carlos Alberto.

Tocar a bola.

Dar exibição.

O castigo veio na último giro dos ponteiros.

Pênalti do amigo da turma da novela das nove.

Tozo.

Nelson Rodrigues deu uma sonora gargalhada no céu.

Crianças!

O olé é a antevéspera do fracasso!

Jogar bola é que nem namorar mulher bonita.

Você sabe que ela é uma gata.

Sabe que está por cima da carne seca.

Mas finge que está comendo jabá...

13 de abr. de 2013





6 de fev. de 2013




Até os 40 minutos da etapa final.

Clássico das Multidões no Nordestão.

Aí, o lateral Marquinho do Santa.

Acertou um pombo sem asa...

Suspiro aliviado nas duas torcidas pernambucanas.

O Sport que massacrou o Souza.

Pega o Campinense.

O Santa?

Cruza com o Fortaleza.

Sport e Santa.

Decidindo em casa....


9 de jan. de 2009



Hoje, tem início o Estadual 2009.

Cinquenta e um anos atrás, terminava o Supercampeonato de 1957.

Disputado em 1958.

O Santa Cruz quebrava um longo jejum, vencendo as duas partidas finais.

Tornando-se Supercampeão.

Na manchete do Diario, aparecem Mituca e Faustino comemorando.

O primeiro gol que marcou a sorte da decisão.

Manga estatelado no chão.

Foi o campeonato mais disputado da história.

Arrastou multidões aos estádios.

Revelou ídolos.

Foi o clímax de uma série de contratações arrojadas dos nossos clubes.

Manga, Zequinha e Lanzoninho.

Não precisa falar mais nada.

O Santa era o azarão.

O azarão botou água no chopp do Esporte.

Em plena Ilha do Retiro...

Se o Supercampeonato de 1957 tem um dono.

Esse dono é Lanzoninho.

Lanzoninho que fez chover contra o Náutico.

Jogou até de goleiro depois da expulsão de Aníbal.

Lanzoninho que recebeu como luvas seu passe.

Um atacante de 500 mil dinheiros.