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14 de ago. de 2013





5 de ago. de 2013




Por WASHINGTON VAZ

Sport e Palmeiras vem sendo os protagonistas nesta edição da Série B.

Não apenas por figurar no G4, mas também em suas médias de publico.

Com dados contabilizados até a 12ª rodada, Palmeiras e Sport estiveram presentes em cinco jogos com maior numero de torcedores pagantes.

Destes cinco, três foram do Sport na Ilha do Retiro.

Sport 2x0 Avai, pela 9ª rodada levou 17.160 torcedores pagantes.

Sport 2x0 Oeste, na rodada seguinte teve um publico de 17.358 torcedores.

E na quinta rodada, Sport 1x0 Palmeiras levou 19.607 rubro-negros a Ilha do Retiro.

Os outros dois jogos com maior média foi do Palmeiras.

Pela 12ª rodada o Palmeiras venceu o Bragantino por 2x1 e levou 20.604 palestrinos.

E o jogo com maior publico pagante foi na 8ª rodada na goleada do Porco em cima do ABC.

Na goleada de 4x1 sobre o time potiguar, foram 22.488 pagantes.

Se o Palmeiras possui o jogo de maior publico nesta Série B, o Sport possui a maior média.

E que por sinal, apenas Sport e Palmeiras ultrapassam a média acima de 10 mil torcedores por partida.

O time rubro-negro vem assegurando uma média de 15.255 torcedores por jogo.

Já o time paulista vai levando 11.668 alviverdes, sem contar com o Palestra Italia.

Chapecoense e Figueirense, hoje no G4 até a 12ª rodada levaram 4.144 e 5.062 torcedores, respectivamente.

Dos clubes que vem flertando entrar na zona de classificação pra Série A, apenas o  Joinville vem apresentando bom publico.

Números consolidados como estes comprovam o afastamento do público dos estádios de futebol.

Sempre com partidas durante segundas, terças, sextas e sábados, o calendário da segundona vem provocando uma overdose de jogos.

Fator preponderante na na redução do público, além das transmissões pela televisão.


3 de ago. de 2013




Com direito a virada nos quatro minutos finais.

E dedada de atleta para a torcida.

O Sport perde um jogo que parecia impossível perder.

Futebol?

Tem dessas coisas...

2 de ago. de 2013





Por WASHINGTON VAZ

Em 2013 estamos percebendo um novo fenômeno de um quase monopólio de patrocínio no Futebol brasileiro.

Onda que iniciou em 1987, na Copa União, onde quase todos os clubes foram patrocinados pela Coca-Cola, fazendo com que na época, sua imagem fosse diretamente associada ao futebol.

Em 2011, foi a vez do banco BMG, seguindo no mesmo rumo da empresa de refrigerantes e com cifras bem maiores do que no final da década de 80.

Investindo no futebol desde 2008, o banco mineiro administrado por Ricardo Guimarães (ex-presidente do Atlético-MG), chegou a somar mais de R$ 100 milhões anuais.

Para chegar a este montante, foi necessário patrocinar 19 clubes em todo o país.


Flamengo, Vasco, São Paulo, Santos, Cruzeiro, Atlético-MG, América-MG, Bahia, Coritiba,  Atlético-GO, Sport, Santa Cruz, Botafogo-SP, São Bernardo-SP, Pelotas-RS, Brasil de Pelotas-RS, Rio Branco-ES, Uberaba-MG e Itumbiara-GO foram os clubes patrocinados.

Investimento que passou desde a receita em patrocínios de camisa a contratação de atletas, como foi no caso do Galo.

Agora, o mais recente fenômeno publicitário do futebol brasileiro é a Caixa Econômica Federal.

Até o momento, são 11 os  clubes patrocinados pelo banco estatal.

Corinthians, Flamengo, Vasco, Vitória, Coritiba, Atlético-PR, Atlético-GO, Avai, Figueirense Chapecoense e ASA estão sendo patrocinados.


Ocupando diferentes espaços nos uniformes, a Caixa, soma-se R$ 96,9 milhões injetados nos cofres de clubes. 

Montante o suficiente para patrocinar o Barcelona, que recebe o equivalente R$ 90 millhões por ano para estampar a companhia aérea Qatar Airways.

Este numero poderá ampliar os mais de R$ 100 milhões investidos pela BMG.

Especula-se que clubes como Cruzeiro, Atlético-MG, Sport, Paraná e Santos entrem para o rol dos agraciados.

O Corinthians é o que mais recebe apoio da Caixa, com R$ 31 milhões/ano.

Neste ranking, logo após o Timão, vem o Flamengo com 25 milhões.

Fechando o TOP3 está o Vasco da Gama e que até pouco tempo, estava em crise financeira.

Estampando o banco estatal no peito e no calção, o time cruz-maltino garante 15 milhões anuais.

Coincidência ou não, durante este período a Caixa Econômica Federal obteve um lucro líquido de R$ 1,3 bilhão no primeiro trimestre deste ano, apontando um crescimento de 12,5% em relação ao mesmo período de 2012.

Se isso traz alguma relação com o futebol? Vale a pena um estudo aprofundado.

Os números do segundo trimestre, ainda não divulgados, devem ser ainda melhores. 

Vale ressaltar que estes valores vem a publico, através do Diário Oficial da União. 

É tanto dinheiro público sendo investido no futebol, que até políticos se "vendem".

Fernando Collor de Mello,  declarou abertamente em seu site oficial que foi o o intermediário entre a Caixa e o ASA de Arapiraca.

ASA  que vai receberá R$ 1 milhão anual para estampar a marca do banco federal em seus uniformes.




2 de nov. de 2012




A Chapecoense sapecou um 3x0 na Luverdense.

Mostrando como é que se faz.

E o Icasa com duzentos meses de salários atrasados.

Ganhou do Duque de Caxias por 2x1.

Com um pênalti marcado aos 43 minutos da etapa complementar.

Mostrando como é que se faz, também.