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14 de ago. de 2013





E armados com Coquetéis Molotov.

Inocentes torcedores pernambucanos.

Queimaram um dos ônibus do Vovô.

Coisa feia, meninos!

Vão levar tapinha no bumbum da Polícia.

13 de ago. de 2013





Junho de 2005.

Sport 3x0 Ceará.

Hoje nas rádios.

Um comentarista bom de bola comentou:

'O Sport é maior que o Ceará!'

Estava dirigindo e fiquei pasmo.

Então o Leão é maior que o Vovô?

É não, meu irmão!

Sport e Ceará são imensos.

Eternos.

E iguais.



5 de abr. de 2013





Nado não era um grande chutador.

Mas não perdia a mania de complicar o tricolor.

Jogando pelo Ceará em 1972.

Meteu um chute no ângulo.

De Gilberto.

Goleiro do Santa Cruz.

A bola agradecida.

Beijou suavemente as redes...

23 de mar. de 2013





1967.

Último suspiro da manada.

28 de dezembro.

Um Chico sorridente.

Recebe o o título de cidadão paulistano.

Chico que ainda não é o inimigo público nº 4.






Regra 3 já é assunto alvirrubro.

Lula Monstrinho teve o dedo fraturado por Dudu.

Válter será o titular.

Aluísio vem correndo do Ceará.

Mas Lula era a arma psicológica.

O paredão que assustava a Academia.

Ademir da Guia?

Casa com a chilena Ximena.

Cancela a lua de mel.

E com raiva.

Fecha o caixão alvirrubro aos 33 do segundo tempo.




19 de fev. de 2013





Por ROBERTO VIEIRA      



Observei semblantes franzidos.

Ceará e Fortaleza?

Pernambuco de fora?

Não sei porque.

Pernambuco nunca mandou no futebol nordestino.

Teve seus momentos.

O 9x1 contra os baianos rendeu até procissão.

Manuelzinho virou santo.

E só.

Claro.

Vitórias cearenses em Recife foram raras.

A seleção cearense demorou meio século pra ganhar uma.

E ganhou lá no Ceará.

Mas o Fortaleza foi por duas vezes vice-campeão da Taça Brasil.

Pernambucanos?

Apenas o Náutico chegou ao vice em 1967.

O Sport levou o Brasileiro de 1987.

Mas sem enfrentar os adversários.

Que o Bahia enfrentou em 1988.

Bahia que foi o primeiro campeão nacional em 1959.

Logo em cima do do Santos de Pelé.

Resumo da ópera?

Somos eternos fregueses baianos.

E jogamos taco a taco com os cearenses.

Pernambuco imortal, imortal?

Só na letra do nosso hino.

OK?

1 de ago. de 2012





Em 1986.

O Ceará foi buscar o Rubens de Jesus.

Ou melhor.

O Rubens Feijão.

29 anos.

Garoto da Vila.

Feijão desembestou a fazer gol no estadual.

Trinta no total.

Mas as finais foram complicadas.

O Fortaleza teimando em jogar água no chopp.

Detalhe.

O tricolor abriu o marcador.

Feijão comandou a virada.

E no banco de reservas.

Todo mundo do alvinegro estava vestido de branco.

Como mandavam os orixás e o Carlos de Xangô.

E eu que pensei que só tinha disso na Bahia e em Pernambuco...

6 de jul. de 2012



Por JOSÉ DE OLIVEIRA RAMOS




Foi, com toda certeza que, no início do ano de 1959, correu um boato jocoso, fruto da incomparável imaginação cômica do cearense, dizendo que, em 1960, “negro ia virar macaco.” O dia 31 de dezembro de 1959 foi de muita ansiedade, expectativa, independentemente de ser o dia mundial da confraternização.

Chegou o ano de 1960 e “negro” continuava ali, gentinha da silva, sem ter virado macaco. Gente mesmo, quem não ficou foi o torcedor do Ceará Sporting Club, que, mesmo com alguns negros no time (Pipiu, Dico, Bebeto, Pelado, Guilherme, além de Manuel Conrado – Dengoso – como técnico) perdeu o título estadual para o Fortaleza.

Mas o Ceará de José Elias Bachá aprontou o trôco para o inimigo. Reforçou o time e conquistou o tricampeonato nos anos de 1961, 62 e 63. E aí quase que “negro vira macaco”.

O Fortaleza Esporte Clube estava perdendo atacantes experientes como Walter Vieira, Mourãozinho, Aluísio, Humaitá e tantos outros. O time precisava urgentemente de sangue novo, era o óbvio descoberto por Mozart Gomes e Otony Diniz.

Paraibano de nascimento, Otony Diniz, então empresário emergente em Fortaleza e presidente do “Tricolor de Aço”, estava em João Pessoa/PB tratando de negócios e revendo familiares. No final da tarde de um domingo resolveu ir ao Estádio Ernani Sátiro assistir um jogo amistoso do Botafogo e rever amigos. Durante o jogo, um voluntarioso atacante usava a camisa 9 do alvinegro paraibano e mereceu a sua atenção. Não tinha vínculo com o clube paraibano. Estava numa fase probatória de testes.

Pois, foi assim que José Valquírio Barbosa, nascido em Cabedelo/PB no dia 5 de julho de 1945, iniciou a sua extensa vida de jogador profissional. Antes, ainda como jogador amador e com apenas 16 anos, defendeu as cores do Estrela do Mar, de Cabedelo, clube da Segunda Divisão do futebol paraibano.

Otony Diniz era apenas “Presidente” do Fortaleza. Não era “dono”, como alguns presidentes de hoje, que têm uns trocadinhos e acham que “podem tudo” porque pagam uma reles folhinha salarial de 50 mil reais. Assim, Diniz levou para o Fortaleza o ainda menino Valquírio e o indicou para o Aspirante. Não gostaram do nome e trocaram por “Paraíba”. Esse passou a ser o apelido de um dos maiores artilheiros do futebol nordestino de todos os tempos, comparável a Croinha, Gildo, Mozart, Bita, Alberí e tantos outros.

Paraíba chegou mineirinho, comendo pelas beiradas. Logo assumiu a titularidade do time Aspirante do Fortaleza, em 1962, jogando ao lado de Moésio, um dos eternos ídolos do tricolor do Pici. Em 1963, Paraíba já conquistava o primeiro título de sua carreira, com apenas 18 anos: campeão cearense de Aspirantes, pelo Fortaleza.

Ora, se na Bahia os títulos são decididos quase sempre entre Vitória e Bahia; no Rio Grande do Norte, entre ABC e América; em Pernambuco, entre Sport, Náutico e Santa Cruz; no Maranhão, entre Sampaio Corrêa e Moto; claro que, no Ceará, quase sempre o título é do Ceará ou do Fortaleza. E o Ceará acabara de ser tricampeão nos anos 1961, 62 e 63.

Pois, em 1964, se o Ceará não foi tetra, dá para descobrir quem foi o campeão? Isso, o Fortaleza que, em 1965 não deixou por menos e foi bicampeão. Em 1964, aliás, o Tricolor foi “Super-Campeão”. E com ninguém menos que Paraíba, titular do ataque. Só não foi artilheiro do campeonato porque o Ceará tinha Gildo. Mas, em 1965, jogando ao lado de Croinha, Paraíba foi bicampeão e mais uma vez não foi o artilheiro do campeonato, por que o pernambucano e ex-maqueano ficou com o troféu.

Atacante famoso aos 21 anos, Paraíba foi negociado ao Ferroviário Atlético Clube de Fortaleza em 1966, onde permaneceu até 1969 e se transformou num dos mais importantes atacantes da história do time coral.

Em 1966, defendendo a camisa erreveceana, Paraíba conquistou o Torneio Início; foi vice-campeão do Torneio Pentagonal de Fortaleza; e foi vice-campeão do Torneio do Ferroviário.

Em 1967, Valquírio Barbosa (perdão! – Paraíba) foi vice-campeão cearense invicto. Não perdeu nem para o campeão, Fortaleza. Em 1968, Paraíba participou de outra marca que os torcedores do Ferrim consideram importante: completou dois anos sem perder para o Ceará.

Em 1969 acabaria o ciclo de Paraíba no Ferroviário. No ano seguinte, 1970, Paraíba defendeu o Guarany de Sobral, formando no ataque com Dedeu, Paraíba, Edmilson e Jaldemir. Finalmente, defendendo um time considerado intermediário, foi artilheiro do campeonato cearense com 17 gols marcados.

Em 1971 Paraíba foi negociado ao Calouros do Ar, time cearense então ligado à Aeronáutica, onde jogaram excelentes jogadores como Chinezinho, Adonias, Coité, Pedrinho, Galego, Zé Preguinho, Piçarra, Zezinho, Didi e tantos outros. Pois, foi em 1971, quando defendia as cores do Calouros do Ar que Paraíba foi trazido para o Sampaio Corrêa pelo empresário Walter Zaidan.

O ano de 1972 foi consagrador para Paraíba, que se sagrou Artilheiro do Nordestão, com 16 gols assinalados; e campeão brasileiro, invicto, pelo Sampaio Corrêa. No mesmo ano de 1972, Paraíba defendeu o Tiradentes do Piauí, sagrando-se bicampeão estadual mafrense.

Bem informado sobre o futebol brasileiro, Paraíba diz que sempre soube que “existem coisas que só acontecem com o Botafogo do Rio de Janeiro”. Lembra, entretanto, que “existem coisas que só acontecem no futebol maranhense”. Para ilustrar essa afirmação, Paraíba lembra que, em 1974, foi disputado um campeonato maranhense valendo pelos anos de 1973 e 1974.

Em 1973 ele ainda defendia o Tiradentes do Piauí. Em 1974, defendendo o Moto, sagrou-se campeão de 73 e 74 no campeonato disputado em 1974.

Há quem afirme que, paraibano nascido em Cabedelo, “é homem para resolver qualquer assunto a qualquer hora”. Pois, em 1975 Paraíba foi impedido de jogar, aos 30 anos, muitos times defendidos e alguns títulos conquistados. Paraíba era motense quando um acidente ceifou a vida de Paulo Espanha durante uma viagem. Valquírio Barbosa sofreu fratura em várias vértebras e foi obrigado a parar de jogar, privando os torcedores dos seus belos e importantes gols. Coisas do futebol.

José Valquírio Barbosa para uns poucos e Paraíba para todos que o viram atuar como artilheiro consagrado, pode ser considerado como o único bicampeão brasileiro invicto no futebol. Em 1972, sob o comando de Marçal Tolentino Serra, foi campeão brasileiro invicto pelo Sampaio Corrêa. Em 1997, fazendo parte da Comissão Técnica dirigida por Pinho, foi campeão brasileiro invicto com o Sampaio Corrêa.

Paraíba, após parar de jogar, ensaiou carreira de treinador, mas nunca encontrou as facilidades e o apoio necessários dos tempos de jogador e artilheiro.

Na conversa que o Repórter teve com Paraíba, ele pediu para não esquecer de dizer que, no futebol cearense, teve enorme prazer de atuar ao lado de Edmar, um dos maiores jogadores daquela terra em todos os tempos. No Maranhão, sempre se entendeu maravilhosamente bem com Zé Carlos.








Foto: Arquivo
Valquírio Barbosa, como torcedor, no Nhozinho Santos.

Foto: Arquivo
Ferroviário (vice-campeão cearense de 1967): Miltão; Veto, Gomes, Luís
Paes, Coca-Cola e Roberto; Ivanildo, João Carlos, Facó, Edmar e Paraíba.

Foto: Arquivo
Paraíba no ataque com Mano e Coca-Cola

Foto: Arquivo
Edílson, Gomes, George, Luiz Paes, Roberto, Coca-Cola. Mano, Ivanildo,
João Carlos, Paraíba, campeão cearense, entre Lucinho e Edmar.

1 de jul. de 2012






Talvez o melhor Guarany de todos os tempos.

Barbarizando no estadual cearense de 1970.

Vencendo o primeiro turno invicto.

Primeira equipe do interior a conseguir tal feito.

Batendo o Ceará na capital.

No triangular final do certame.

O empate com o alvinegro.

Deixou a última partida com gosto de decisão.

Mas o Ferrim era muito forte.

E o sonho terminou no 3-1.

Este era o tempo de Ademir; Rodrigues, Zezinho, Didi e Barbosa;

Zé Maria e Teco-Teco;

Nelson, Paraíba, Edmílson e Jaldemir.


NOTA DO BLOG - Atendendo a comentário, fui pesquisar sobre a foto. A foto é da equipe de 1967: Zezé, Cabeção, Pinto, Leão, Dajuana, Bernardo, Nagibe, Ribamar, Cafuringa, Procópio e Teco-Teco.

29 de jun. de 2012







Com amigos em todo Brasil.

Amigos que se multiplicam a cada dia.

Apenas no Ceará, o Mestre Valdir Appel é visto de soslaio.

Tudo por conta desse jogo.

O Ceará Sporting invicto há 40 jogos.

O Sport nada tinha a ver com isso e saiu na frente.

O Ceará iniciou uma pressão antológica.

Bola, pedras e misseis atirados contra o arco leonino.

Valdir defendeu tudo.

Até garrafa de coca cola.

Mas a defesa mais bonita.

Foi pertinho do fim do jogo.

O craque Gildo pedalou a bicicleta.

A bola foi como foguete na forquilha.

A torcida comemorou gol.

Mas com a ponta dos dedos.

Mestre Valdir desviou a bola para escanteio.

Fim de guerra.

O Troféu Casas Pernambucanas alusivo ao jogo foi entregue.

Nos vestiários.

Ao técnico Eli do Amparo.

Bem longe do olhar da massa enfurecida...

4 de jun. de 2012






Por JOSÉ RENATO SANTIAGO, MDM



E realmente de nada adiantou o clamor da torcida alvinegra.

Encerrou-se no ultimo sábado, dia 2 de junho, uma das mais negras páginas da história do Ceará Sporting Club.

Justamente no dia de seu aniversário de 98 anos, a goleada por 4 a 1 frente ao Guarani e a ultima colocação na atual Série B do Campeonato Brasileiro foram apenas pequenos detalhes.

A taça de campeão estadual de 2012 conquistada pelo Ceará no ultimo dia 13 de maio, e cujo recebimento foi recusado por seus dirigentes, foi leiloada.

Conversando com o amigo e jornalista Rafael Luís, que acompanhou o leilão, fui informado que foram poucos os interessados em adquirir a taça que, moralmente, pertencia ao Vozão.

Pois ainda pertence...

Uma vez que coube ao torcedor alvinegro Erico Silveira cobrir o lance mínimo de R$ 5.000,00 e arrebatar a Taça.

Certamente que o Ceará Sporting Club é muito maior que tudo isso.

O Vozão é a sua história, repleta de conquistas, tristezas, alegrias e principalmente, de seus torcedores, que assim como Erico, arrebataram todas as medalhas, que seriam entregues ao plantel campeão cearense, em apenas um dia, ao adquiri-las diretamente junto a Associação Madre Paulina.

Para adquirir cada uma das medalhas, o valor a ser desembolsado foi de R$ 100,00.

Eu mesmo acabei por adquirir uma delas.




Resultado final: 22 medalhas vendidas a R$ 100,00 e 1 troféu no valor de R$ 5.000,00 renderam R$ 7.200,00 para as crianças carentes cuidadas pela Associação.

Quanto a torcida do Vozão, nos resta agora torcer para que o time reaja dentro de campo, uma vez que seus dirigentes parecem estar preocupados com outras questões.

Este ano acontecem eleições municipais.

Não é surpresa para ninguém que haja pessoas dentro da administração da entidade alvinegra que irão concorrer a cargos, assim como aconteceu em 2010, quando o presidente da época, também atual, foi candidato derrotado nas eleições para deputado estadual, o que resultou na conquista de uma “secretaria”.

Infelizmente, o Vozão vai de mal a pior..

De qualquer forma, vamos ao que é mais importante em todo este episódio: Quem quiser contribuir com a Associação Madre Paulina, mais informações podem ser obtidas através do telefone 0 xx 85 3254-4150.


2 de jun. de 2012



Por ROBERTO VIEIRA



Francisco Anysio de Oliveira Paula olha pro rebento:

'É mentira, Terta!'

O filho ilustre vai torcer pelo Ferroviário.

Mas Francisco de Paula não vacila um só instante.

Alvinegro de corpo e alma.

Presidente do Ceará em 1938.

Tempos em que o estadual tinha clubes como o Cavalaria e o Colégio Militar.

Francisco de Paula enfrentou o poderoso Fortaleza de então.

Fortaleza de Mundico.

As lembranças não eram boas.

Mas as feridas de 1938 foram embora.

Pior, muito pior, era a desfeita do filho humorista:

'Sou Ferrim!'

Coisas da vida.

Hoje, lá no outro lado desta mesma vida.

Pai e filho foram vistos abraçados.

Comemorando os 98 anos do Vovô.

É mentira, Terta?

23 de mai. de 2012





Por JOSÉ RENATO SANTIAGO, MDM


No próximo dia 2 de junho, uma das mais tradicionais equipes do futebol brasileiro completa 98 anos, o Ceará Sporting Club.

Motivos para comemorar?

Certamente o alvinegro conhecido por sua apaixonada torcida, como Vozão, tem uma das histórias mais ricas em nosso futebol.

O maior campeão do estado do Ceará, com 41 títulos, conquistou no último dia 13 de maio o bicampeonato estadual, justamente frente o grande rival, o Fortaleza.
No mesmo dia 2 de junho, qualquer pessoa poderá adquirir algo conquistado pela equipe alvinegra.

A partir das 10:00, a Associação Madre Paulina, que cuida de crianças carentes, irá promover o leilão da Taça de Campeão Cearense de 2012.
Motivo?

Muito embora o título de campeão cearense tenha sido conquistado por toda uma coletividade de torcedores que, juntamente com os atletas, “empurraram” a equipe para vencer a competição estadual de forma lícita e dentro do campo, os dirigentes do querido Vozão decidiram não receber a taça.

Motivo?

Protesto contra decisões tomadas pela Federação Cearense de Futebol (FCF).

Diante disso a FCF repassaou a Taça de Campeão Cearense de 2012 para uma entidade beneficente, a Associação Madre Paulina.
O que?

Sim, os dirigentes do Ceará Sporting Club se colocaram acima da grandeza de uma entidade quase centenária e abriram mão de uma taça conquistada, também, por todos nós, torcedores.

Desta forma, esta taça pertence a todos os torcedores do Vozão e não a uma diretoria.

Tomara que algum torcedor alvinegro adquira a taça e guarde com o mesmo amor verdadeiro que todos nós, torcedores, mantemos pelo nosso time, independentemente, das pessoas que o dirigem.

Saldo Positivo?

O leilão da Taça permitirá o levantamento de recursos que poderão ser utilizados em prol de crianças carentes.

Sendo assim, ainda há tempo dos dirigentes do Alvinegro tomarem uma atitude em prol de seus torcedores e, certamente, da sociedade alencarina.

Humildemente faço um pedido de torcedor comum que acompanha o Vozão com toda paixão desde a década de 1970 quando assistia jogos no estádio Presidente Vargas, comendo um “Cai Duro” (sanduíche de origem nem sempre conhecida) com um guaraná Wilson nas mãos.

- Dirigentes do Ceará Sporting Club, adquiram a Taça de Campeão Cearense de 2012 e repassem a sua verdadeira dona, a entidade que vocês estão gerindo no momento. Apenas desta maneira, vocês estarão reparando este lamentável equívoco de abrir mão de algo que não pertencem a vocês em prejuízo do Alvinegro e seus torcedores. Além disso, estarão contribuindo com recursos próprios a crianças que realmente necessitam.

- Caros dirigentes alvinegros, reitero, ainda há tempo de apagarem esta mancha na história de nosso clube. Por favor, anotem em suas agendas:

Leilão do Troféu de campeão do Campeonato Cearense 2012
Local: Montenegro Leilões
Endereço: Rua Ademar Paula, 1000 - próximo ao Estádio Castelão, na cidade de Fortaleza
Dia: 2 de junho
Horário: 10 horas
Valor Inicial: R$ 5.000,00

23 de jan. de 2009





1964.

Estádio Presidente Vargas.

O jogador Nécio do Olaria se machuca.

E o PM vai fazer uma massagem.

Na sua opinião:

No Ceará não tem disso não?

[IMAGEM]

18 de jul. de 2008





O futebol brasileiro é danado.

Em 1972 o técnico e supervisor Ivonísio Mosca armou o Ceará Sporting para ser campeão cearense.

E o clube fez uma campanha inesquecível no Campeonato Nacional.

Ceará que hoje vive nas sombras da Série B.

Por que o estado do Ceará não possui um clube na primeira divisão?

Ceará que já teve o Fortaleza duas vezes vice-campeão da Taça Brasil?

Simples incompetência administrativa?

Não é tão simples assim.

Mais incompetenetes que o Ceará são certos clubes do sul.

Talvez o Ceará esteja somente, muito longe das capitais e do capital...



11 de mai. de 2008




A estréia sempre é um momento difícil.

Os jogos são complicados.

Dificilmente temos um grande jogo.

Tudo é dúvida.

Tudo é possível.

O primeiro jogo do Náutico na primeira divisão do Brasileiro foi no dia 10 de setembro de 1972.

O Santa, tetracampeão pernambucano.

O Náutico, campeão do Torneio Eraldo Gueiros.

Um duro e hipnótico 0 x 0 zagaliano.

O Náutico só foi perder uma estréia cinco anos depois contra o São Paulo.

São Paulo de Minelli que seria campeão brasileiro.

Só Deus e a CBD sabem como.

Até hoje, e depois de ontem foram 23 partidas.

8 vitórias. 4 empates. 11 derrotas.

Abaixo, as estréias do Timbu.

Estréias de sangue, suor e dúvidas!


10/09/1972 - Náutico 0x0 Santa Cruz

25/08/1973 - Ceará 2x2 Náutico

10/03/1974 - Náutico 2x0 Atlético-MG

24/08/1975 - Sergipe 2-3 Náutico

01/09/1976 - Náutico 3-0 Flamengo-PI

16/10/1977 - Náutico 0x1 São Paulo

26/10/1978 - Náutico 0-1 Santa Cruz

27/09/1979 - Náutico 0-1 Uberaba

24/02/1980 - Náutico 0x0 Ferroviário

7/01/1982 - Ferroviário 1x2 Náutico

22/01/1983 - Cruzeiro 3x1 Náutico

29/01/1984 - Grêmio 2x0 Náutico

27/01/1985 - Grêmio 1-0 Náutico

31/08/1986 - Náutico 1x0 Vasco

17/09/1987 - Criciúma 2-0 Náutico

10/09/1989 - Internacional-SP 3-2 Náutico

18/08/1990 - Náutico 1x0 Santos

02/02/1991 - Botafogo 2x0 Náutico

26/01/1992 - Náutico 0-0 Sport

04/09/1993 - Náutico 2-1 Santa Cruz

17/09/1994 - Náutico 1-3 Palmeiras

13/05/2007 - Atlético-MG 2-1 Náutico