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30 de jul. de 2013






Meus amigos,
Fui à Arena PE ver a grande vitória do Náutico sobre o Inter.

Fiquei em êxtase.
Capturei este ataque da equipe timbu.
Compartilho com vocês.
Grande abraço,
Carlos Celso

24 de jul. de 2013





Nem tinha visto.

Mestre Lucídio documentou.

O 'Adeus' na Livraria Imperatriz do Shopping Difusora.

O 'Adeus' em Caruaru...

22 de jul. de 2013









16 de jul. de 2013




Por CARLOS CELSO CORDEIRO, MDM   


Roberto Vieira está escrevendo uma interessante série de textos relatando os confrontos do América de Recife contra grandes equipes do sul e sudeste do Brasil.
O primeiro relato tratou dos confrontos do América contra o Flamengo. Lendo o texto observei que Roberto informou que o América enfrentou o Flamengo em cinco oportunidades.

Curioso, corri para verificar se os números citados por Roberto batiam com os das minhas anotações. Não batiam. Em minha lista encontrei apenas quatro jogos. analisando os detalhes, observei que em minha lista não estava o jogo de 1988 em Petrolina Jogo a que Roberto se referiu assim:

"Três décadas se passaram, o último jogo entre as equipes aconteceu em 1988 no improvável estádio da Associação Rural de Petrolina. Com gol solitário de Flávio, o Flamengo de Aldair, Bebeto e Zinho, campeão da Copa União de 1987, conseguiu sobrepujar a forte retranca pernambucana".

Entrei em contato com Roberto e pedi detalhes do jogo de Petrolina. Recebi a informação. Roberto estava utilizando informações da Flapédia. Lá, a informação do jogo de 06/07/1988. O América é tratado como América-PE e remete, inclusive, ao escudo do América de Recife.

Minha suspeita é de que este América seja o de Petrolina. As razões de minha suspeita: Naquela data estava sendo disputado o Campeonato Pernambucano. Encontrei jogos do América em 02/07/1988, contra o Santo Amaro e em 09/07/1988, contra o Náutico. O América não jogou pelo Campeonato Pernambucano no dia 06/07/1988, dia do jogo em Petrolina. Contudo, nem o América de 1988 estava com estas bolas todas nem os jornais da capital deram destaque a uma possível viagem do América para jogo contra o Flamengo em Petrolina.

13 de jul. de 2013





12 de jul. de 2013





Hoje?

A despedida.

Preço do exemplar?

R$ 49,90

11 de jul. de 2013





Hoje.

Shopping Tacaruna.

19 horas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

10 de jul. de 2013





Tiago.

Neto do Mestre Edgar Mattos.

Foto do Globo Esporte.

Símbolo das novas gerações alvirrubras.

Imagem da nossa capa.

Que noite!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


9 de jul. de 2013





Sou suspeito para falar.

Suspeitíssimo.

Era, e sou, fã de carteirinha dos dois.

Sem eles não haveria o livro de hoje.

O livro de ontem.

Os livros do amanhã.

Sem eles?

O futebol pernambucano e brasileiro seria mais pobre.

Enumerar suas qualidades é chover no pólo sul.

Honestidade, inteligencia, paixão, humildade, fraternidade.

Tudo isso eles distribuem aos borbotões pra quem convive com eles.

Gostaria de viver pedindo seu autógrafo.

E a vida me permitiu dividir textos com eles.

Gracias a la vida.

Que me há dado tanto.

Gracias, Mestres!

Pelo dia de hoje, de ontem.

Pelo dia de amanhã.











Ia me esquecendo da informação, risos.

Hoje.

Durante o lançamento na TIMBUSHOP.

O livro custará R$ 49,90.

Grande abraço...





Terça-feira.

9 de julho de 2013.

19 horas.

Clube Náutico Capibaribe.

Hora de matar saudade do Estádio dos Aflitos.

Noventa e seis anos de história.

Sorrisos, derrotas, vitórias, lágrimas, gols.

Um livro escrito com o coração apaixonado.

Um livro do tempo em que não havia Arenas.

Um livro do tempo em que o futebol era criança.

Um livro com cara de bola de meia, joelheira e amor à camisa...

Um livro que tem Celso Unzelte e José Renato Santiago com a camisa alvirrubra.

Um livro que tem Juca Kfouri filosofando na quarta página.

Em tempo.

Pra quem não puder comparecer na terça-feira?

Tem segundo tempo na Livraria Imperatriz do Shopping Tacarauna.

Na quinta-feira, 11 de julho, 19 horas.

E prorrogação na Livraria Cultura do Shopping Riomar.

Na sexta-feira, 12 de julho, 19 horas.





8 de jul. de 2013




Por AYRTON PELIM






Por favor, não me chamem para enfrentar  a tristeza dos dias cinzentos que não souberam andar na corda bamba da vida.
Convidem-me para apadrinhar o dia que ainda está por vir.
Botarei a minha melhor sandália, a melhor camiseta branca, um chapéu na cabeça e, assim, vestido de gala, serei o padrinho desse dia que nasce tão inocente, coitadinho.
Por favor, me convidem para o lançamento do livro ADEUS, AFLITOS!
Até porque esse “Adeus” tem a força da eternidade.
E essa saudade é uma luz que todos vão manter acesa.
E esse livro não é apenas  o livro “ do tempo em que.......”
É um livro de todos os tempos.
Então, obrigado pelo maravilhoso convite.
Calçarei as minhas velhas chuteiras, vestirei o meu melhor calção, a minha camisa de boleiro, as minhas meias de jogador e, ainda que  eu não esteja aí, fisicamente, entrarei em campo nesse Estádio Mágico para aplaudir todos vocês, escritores e convidados ilustres, mestres da perpetuação da memória e do inesquecível.
Em nome de quem fez desse campo dos sonhos o que ele é hoje.
E permanecerei em campo.
Porque  não haverá apito final.

2 de jul. de 2013





Corrigido o equívoco.

A imagem do Moisés Lucarelli apenas nos convites.

A capa correta trazendo os Aflitos.

Vida que segue!

Datas do lançamento mantidas...





Todo escritor brasileiro, ou quase todo, sonha em ser Machado de Assis. Bruxo, poeta, cronista, romancista, enxadrista, genial. Eu me incluo neste grupo, mas nunca me passou pela cabeça a possibilidade de tal fato ocorrer. Porém, graças ao talento sherloquiano do Mestre Cassio Zirpoli, eu, Carlos Celso Cordeiro e Lucídio José de Oliveira temos algo em comum com o craque carioca: o erro de revisão.

O mais célebre erro revisional de nossa literatura é DELE, Machado. Em 1901, lançamento de suas POESIAS COMPLETAS, o bardo se esmerou nas revisões. Séculos de idas e vindas. Porém, como já diria Érico Veríssimo, a bola passou entre as mãos enluvadas de Machado. O livro editado pela GARNIER francesa - lá mesmo, em Paris - foi lançado com uma pérola na página VI.

Machado tomaria todas se fosse Pessoa. Mas era Machado. Recolheram os exemplares, rasparam a letra infame, rezaram aos céus... mas ficaram alguns livros com o erro revisional. Livros que entraram para a história.

Em cada livro de um autor, sempre encontramos falhas, enganos, ilusões de ótica. Os autores choram pelos cantos e se calam... vai ver ninguém nota. Entretanto, errar é humano. E nós somos antes de tudo humanos.

A foto do Moisés Lucarelli passou incólume na capa. Mestre Celso até argumentou, mas ficou como arte gráfica. Um recurso técnico que passaria invisível.

Não passou.

E, graças ao bom Deus, não passou.

Tivemos sorte imensa. Cássio, somos seus eternos devedores.

Estamos remediando o acontecido.

Cientes de que os Aflitos, a torcida alvirrubra e o público merecem sempre o melhor.

Só não posso garantir que nosso melhor será perfeito.

Pois nem mesmo somos Machado, nem o santo de Assis...

Obrigado pela compreensão,

o dia do lançamento fica mantido por enquanto,

estamos batalhando, trabalhando e eu vou tomar meu Prozac depois do almoço, risos...

Abraço afetuoso em todos,

Roberto Vieira

7 de abr. de 2013





Absolutamente MASTERCARD!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

30 de mar. de 2013





29 de mar. de 2013







382 Jogos                  

131 Vitórias do Náutico

105 Empates

146 Vitórias do Santa Cruz

503 Gols do Náutico

524 Gols do Santa Cruz

19 de mar. de 2013






206 Jogos               

120 Vitórias do Náutico

051 Empates

035 Vitórias do Central

352 Gols do Náutico

150 Gols do Central


Nota: Não está computado o jogo Central 0x0 Náutico disputado em 18/10/1981 (Jogo anulado)

17 de mar. de 2013




Por CARLOS CELSO CORDEIRO, MDM   




Quando futebol foi introduzido em Pernambuco, no ano de 1905, os jogos eram disputados no campo do Derby, então chamada "Campina do Derby", e no "Parque Santana".

O campo do Derby ainda existe. Lá foi erigido um monumento alusivo à realização da 1ª partida de futebol em Recife. Este campo fica na Praça do Derby, em frente ao Quartel da Polícia, responsável por sua manutenção.

O campo do Parque Santana não existe mais. Ficava localizado nas imediações do Hiper de Casa Forte.

Com o crescente interesse pelo futebol em Recife, a partir de 1911, começaram a aparecer os campos suburbanos.

Vamos nos ater aos campos mais importantes, os utilizados para jogos do Campeonato Pernambucano, cujo início se deu no ano de 1915.

Primeiro surgiu o campo do "British Club", um clube de ingleses. Este campo ficava por trás de onde é hoje o Museu do Estado e tinha como vantagem o fato de ser “cercado”.

Depois, em 1917, a LIGA (como era chamada a Federação Pernambucana de Futebol naquela época) arrendou um terreno para construir o campo dos Aflitos. Após 1 ano a LIGA desistiu do campo e o Náutico assumiu o arrendamento. Posteriormente o Náutico comprou o terreno e este campo é o hoje Estádio dos Aflitos.

Em 1918, os ingleses saíram do “British Club”. O campo passou a ser do América até o final de 1919.

Em 1920 o América passou a ter o seu campo na Jaqueira (no Parque da Jaqueira). Em meados dos anos 30, este campo, passou a ser do Tramways.

Em 1918, o Sport construiu seu campo na Avenida Malaquias, onde ficou até 1937, quando se transferiu para a Ilha do Retiro. No campo da Avenida Malaquias, o Sport instalou arquibancadas de madeira, adquiridas ao Fluminense do Rio. Na ilha do Retiro o Sport começou a construção de moderno estádio que serviu de palco para um dos jogos da Copa do Mundo de 1950.

Quando o Sport saiu da Avenida Malaquias, o América assumiu este campo por um pequeno período.

Os locais onde foram os campos do British Club e da Avenida Malaquias, hoje estão ocupados por prédios e avenidas. O local onde foi o campo da Jaqueira é parte, hoje, do Parque da Jaqueira, um dos pulmões da cidade do Recife.

Nos anos 40, o Santa Cruz adquiriu o campo do Arruda, onde, nos anos 60/70 erigiu o Estádio do Arruda, apelidado de “Mundão do Arruda”.

Antes da construção do Estádio do Arruda, o campo do Santa Cruz era utilizado principalmente para treinos. Algumas vezes foi utilizado para jogos amistosos e era conhecido como o “Alçapão do Arruda”.