Mostrando postagens com marcador 1994. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 1994. Mostrar todas as postagens

11 de set. de 2013





6 de jul. de 2013







CLASSIFICAÇÃO ATUALIZADA

1. CARLOS LEITE, ANTONIO RICARDO E ANTONIO  - 5

2. GUILHERME PIRES E CARLOS CELSO CORDEIRO - 4

3. JOSÉ GEANDRE, BRUNO PEREIRA, JOÃO CARLOS, MOACYR LUNA E LUCÍDIO JOSÉ DE OLIVEIRA - 1

21 de mar. de 2013




A seleção do tetra não é das minhas favoritas.      

A chegada dela ao Brasil?

Guarda a beleza do desembarque em Recife.

E a escuridão do encontro com a alfândega...

Assim narra a BBC.

O resumo dos fatos.

'Em julho de 1994, quando o Brasil ganhou a Copa nos Estados Unidos, jogadores, comissão técnica e convidados da CBF desembarcaram no Rio de Janeiro com 17 toneladas de material, em um voo com cem passageiros.
Teixeira foi acusado de pressionar o auditor fiscal da Receita Federal do aeroporto internacional do Rio para liberar o material trazido sem inspeção, caso contrário a Seleção não desfilaria em carro aberto.
Quinze anos depois, em julho de 2009, a juíza Lilea Pires de Medeiros, da 22ª Vara Federal, determinou a suspensão dos diretos políticos de Teixeira pelo episódio que ficou conhecido no Brasil como "voo da muamba". Condenado por improbidade administrativa, ele foi proibido de realizar contratos com o poder público.
Em junho de 2011, os advogados de Teixeira derrubaram a condenação no Tribunal Regional Federal da 2ª Região.'




Deu sono...



18 de out. de 2012





Em 1994 ele estava na corda bamba.

Perseguido pela imprensa em Recife.

Fugiu esbaforido.

Salvo pelo pênalti de Baggio.

Ressurgiu das cinzas e das CPIs.

Lépido e fagueiro.

Valeu mesmo a pena o tal do tetra?

15 de ago. de 2012



Placar/1994



Foi a única vitória do Leão sobre o Botafogo.

Em jogos oficiais nos gramados cariocas.

Mas foi um vareio de bola.

O Botafogo perdido que nem Biriba em tiroteio.

Carlito Rocha dando voltas no túmulo.

Nilton Santos furibundo.

Nilton que goleou o Sport por estas bandas.

Um 6x0 nos idos de Garrincha e Manga.

O Rio não conhecia Juninho Pernambucano.

Nem conhecia Sebastião Cândido da Silva, o Zinho.

Zinho do recanto do Picuí.

Zinho que abriu o marcador.

Túlio Maravilha e Jefferson viraram o marcador.

Pra que?

Zinho duas vezes.

Leonardo e Sandro - futuro símbolo botafoguense

- balançaram também Caio Martins.

Sport 5-2 Botafogo.

E a Cidade Maravilhosa?

Caía de amores por aquele moleque magrinho.

Bom de bola.

Um tal de Juninho...

Cidade Maravilhosa que também se surpreendeu.

Como o hat trick de Sebastião...