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27 de nov. de 2012

COM NELSON RODRIGUES FILHO




Dia de honra imensa para mim.

Proferir palestra sobre 'O Futebol na Obra de Nelson Rodrigues'.

Na inauguração da Biblioteca Nelson Rodrigues da Federação Pernambucana de Futebol.

Com a presença do filho do homenageado na mesa ao lado...

Superou em muito os sonhos que eu tinha sobre a paixão por livros e pela bola rolando nessa vida...

Ainda mais que os Mestres Lucídio, Carlos Celso e Lenivaldo Aragão.

Também estarão no livro de ouro da entidade.

5 comentários:

  1. PARABENS MESTRE, MAS NAO PODEMOS CITAR QUE NELSON RODRIGUES PAI, É PERNAMBUCANO APENAS DE NASCIMENTO...ACHO ATÉ QUE ERA MUITO DISTANTE DAS NOSSAS COISAS...MUITO MESMO.

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  2. Como um outro mestre comentou sábado passado de fato a homenagem deveria ter sido pra algum escritor que realmente possui apreço ao nosso futebol. Os Mestres Lucidios e Carlos Celso seriam os personagens ideais por tudo o que fizeram e ainda fazem a história do futebol pernambucano.

    Ao imortal Nelson Rodrigues, a homenagem do nosso Mestre já é grandiosa e tenho certeza que de fato foi.

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  3. Mestres, se pensarmos dessa maneira Manuel Bandeira é carioca, João Cabral é espanhol, Cícero Dias é francês e Joaquim nabuco é norte-americano. A história familiar e o DNA de Nelson são pernambucanos. O estado precisa superar esse pensar. Pelé é mineiro, sempre será, e nunca atou nas Alterosas.

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  4. Parabéns, Mestre Roberto. Não poderia haver melhor escolha para fazer a homenagem ao grande Nelson Rodrigues.

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  5. Precisava ouvir o que disse ao vivo o mestre Roberto na palestra. O discurso está aí em seu comentário. Ou conversar com o barbudo Nelsinho, ouvir o que ele disse para todos. Que o pai adorava pitomba e caju pelo sonho e o sabor de infância de Olinda. Que Senhora dos Afogados, uma de suas primeiras peças foi idealizado com um cenário praieiro, para recpordar as prais dessa mesmo Olinda. Que o velho, com suas manias, costumava`ao cair da tarde, em casa, botar 4 ou 5 discos bolachões em LP, na vitrola e ouvir sem silêncio religioso. E invariavelmente um deles era o Felinto, Pedro Salgado, Guilherme e Fenelon, de Nelson Ferreira. Amor demias. Uma honra para nós ter Nelson Rodrigues como conterrãneo.

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Comentários